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terça-feira, 6 de setembro de 2011

Pinguim-celebridade é solto na Antártida após se recuperar de cirurgia

Happy Feet havia surpreendido especialistas ao aparecer em praia. 
Ele adoeceu após comer areia pensando que era neve.

Um pinguim-imperador que se tornou celebridade mundial após aparecer em uma praia daNova Zelândia em junho foi libertado neste domingo no Oceano Antártico para nadar de volta ao seu habitat original, na Antártida.

Pinguim-imperador que se tornou celebridade após aparecer em praia da Nova Zelândia. 
(Foto: Reuters)

O animal foi encontrado em uma praia ao norte de Wellington, a 3 mil quilômetros de distância de sua colônia. Seu aparecimento surpreendeu especialistas em vida marinha - segundo eles, esse foi apenas o segundo caso de um pinguim-imperador encontrado na Nova Zelândia.

O pinguim batizado de Happy Feet foi solto na manhã desde domingo a cerca de 80 quilômetros da ilha Campbell, após se recuperar de uma cirurgia para remover três quilos de areia do estômago.

Ele adoeceu gravemente depois de comer areia, que confundiu com a neve que os pinguins engolem para permanecer hidratados.


Comoção

O caso do pinguim comoveu o país e ganhou espaço no noticiário internacional. Na semana passada, centenas de pessoas visitaram o zoológico de Wellington para se despedir do animal antes de seu retorno à Antártida.

Uma campanha pública arrecadou mais de 20 mil dólares neozelandeses (R$ 27 mil) para cobrir parte dos custos do tratamento do animal.

Sua recuperação foi acompanhada online por mais de 120 mil pessoas, por meio de uma câmera de vídeo.

Segundo a veterinária do zoológico de Wellington Lisa Argilla, que acompanhou a viagem de Happy Feet de volta a casa, o animal precisou de 'um pouco de estímulo' para deixar o caixote no qual havia passado seis dias no barco que o levou ao local onde foi solto.

Mas ele logo deslizou por uma rampa improvisada e saiu nadando, segundo ela.

O pinguim teve instalado um dispositivo para rastreamento para que o zoológico possa acompanhar seu progresso.

Fonte: G1

Instituto Chico Mendes vai decidir sobre onça resgatada em SP

Cris, como foi batizada, está sob os cuidados de uma faculdade.
O animal foi encontrado em um canavial em Miguelópolis.

O futuro de Cris, um filhote macho de onça-parda encontrado em um canavial no interior de São Paulo, vai ser decidido pelo Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Mamíferos Carnívoros (Cenap), do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade.

Uma equipe de veterinários cuida do filhote de onça-parda que precisa ser amamentado a cada duas horas (Foto: FAFRAM - Faculdade Francisco Maeda / Ituverava-SP)

“Eles fazem o estudo genético das onças no país e podem decidir para qual instituição o animal vai ser encaminhado seguindo parâmetros genéticos”, diz Cláudia Schaalmann, diretora do Centro de Fauna Silvestre da Secretaria de Meio Ambiente do Estado de São Paulo.

A onça-parda é um dos animais brasileiros em risco de extinção, segundo a lista vermelha da União para a Conservação da Natureza (IUCN),.

O animal, com menos de quinze dias de vida, foi levado para a Faculdade de Medicina Veterinária de Ituverava. O filhote foi resgatado em um canavial, onde máquinas realizavam a colheita.

“Foi um milagre ela ter sobrevivido”, diz Valéria Fardin, médica veterinária da do hospital veterinário da Fundação Educacional de Ituverava (Fafram). “ Provavelmente a mãe o abandonou para carregar outros filhotes, pois geralmente a onça-parda tem ninhadas de até três filhotes”.

A equipe da faculdade tem se revezado para cuidar da oncinha, que precisa ser amamentada a cada duas horas. “Quando recebemos o animal ele estava desidratado, mas com boa saúde. Já cresceu um pouco e precisamos encontrar logo um local adequado para recebê-lo”, explica Valéria.

O filhote precisa encontrar um novo lar definitivo para ser removido do hospital veterinário (Foto: FAFRAM - Faculdade Francisco Maeda / Ituverava-SP)

O transporte do animal só pode ser feito após a notificação do Cenap. “Como se trata de um animal raro e que faz parte das espécies estudadas pelo centro de predadores, só podemos liberar a guia de transporte para uma instituição final”, diz Cláudia. “O risco de morrer por estresse é muito alto tratando-se de um filhote tão pequeno”.

O animal foi entregue à equipe veterinária da Frafam pela Polícia Ambiental , responsável pelo resgate da onça-parda.

Fonte: G1



Censo em parque da Costa do Marfim detecta redução de elefantes

Quantidade de elefantes-da-floresta caiu de 800 para 189 em 30 anos.
Caça predatória pode ser um dos motivos da redução de espécimes.

Levantamento feito pela organização ambiental WWF aponta uma redução na quantidade de exemplares de elefantes-da-floresta (Loxodonta cyclotis) dentro do Parque Nacional de Taï, naCosta do Marfim. De acordo com a pesquisa, atualmente existem 189 mamíferos desta espécie habitando a região, enquanto que há 30 anos, data do último levantamento feito, a quantidade era de 800 elefantes.

O censo foi feito a partir da contagem das fezes dos animais espalhadas pelo parque, devido à dificuldade de visualizar os espécimes. A margem de erro possibilita que o número real de elefantes-da-floresta pode estar entre 54 e 324.

Segundo o WWF, o elefante-da-floresta é uma subespécie do elefante-africano e habita regiões tropicais, com muitas árvores, da África Ocidental e Central. "Descobrimos que esses animais têm evitado frequentar regiões onde há caça ilegal feita por gangues, em regiões próximas a fontes de água", disse Lamine Sebogo, coordenador do programa "Elephant", do WWF.

Durante o estudo, foram ouvidos disparos e descobertos cartuchos de balas vazios. O Parque Nacional de Taï foi declarado patrimônio da humanidade em 1982 e é lar de espécies raras, como o hipopótamo-pigmeu, ameaçado de extinção.

O complexo florestal é o maior da região, mas está rodeado por plantações de cacau, café, além de atividades extrativistas e minerais. "Para proteger os elefantes e outras espécies, temos que defender o parque dos caçadores. Mas para isso, é necessário aumentar o financiamento e apoio da comunidade internacional.

Fonte: G1

Cientistas criam células-tronco para evitar extinção de espécies

Pesquisas podem ajudar a salvar rinoceronte branco e um macaco africano ameaçados de extinção.

Cientistas nos EUA anunciaram ter produzido células-tronco de rinoceronte-branco do norte e de um macaco africano, o que pode ajudar a garantir a sobrevivência das duas espécies ameaçadas de extinção.

Os cientistas relatam, na publicação "Nature Methods", que as células-tronco poderão ser transformadas em diferentes tipos de células do corpo dos animais. Se forem convertidas em óvulos e esperma dos animais, "filhotes de proveta" poderão ser desenvolvidos.

Tais aplicações ainda estão num futuro distante, mas a chefe da equipe de pesquisa, Jeanne Loring, disse que os estudiosos ficaram especialmente entusiasmados com os resultados obtidos com as células de rinoceronte, que superaram suas expectativas.

Rinoceronte-branco é uma das espécies que podem ser salvas pela pesquisa. 
(Foto: AP Photo / via BBC)

As células-tronco foram feitas a partir da pele dos animais, em um processo de "reprogramação" - nele, retrovírus e outras ferramentas da biologia celular moderna são usados para devolver as células a um estágio prévio de desenvolvimento.

Nesse estágio, as células são "pluripotentes", ou seja, podem ser induzidas a formar diferentes tipos de células específicas, como neurônios e cartilagens.

Os procedimentos em questão dependem muito de tentativas e erros, e os pesquisadores esperavam êxitos nos feitos com o macaco africano (chamado de drill), pelo histórico de experimentos prévios feitos com primatas. Mas os resultados das pesquisas com o rinoceronte surpreenderam.

"Não foi fácil fazer com que funcionasse, mas funcionou", disse Loring à BBC News.


Aplicações

As aplicações iniciais da pesquisa devem ser medicinais. No caso de animais sofrendo de doenças degenerativas, como diabetes, as células-tronco podem, em tese, virar substitutas de células que estiverem perdendo suas funções.

Estudos que partem dessa premissa já estão em curso em humanos, para combater problemas como falência cardíaca, cegueira, derrames e lesões na espinha dorsal - ainda que o uso prático de tais pesquisas seja tema de debates.

Uma ideia que empolga os cientistas é criar embriões ao induzir células-tronco a fazer óvulos e esperma.

"Fazer gametas (células reprodutivas) a partir de células-tronco ainda não é algo rotineiro, mas há relatos de que isso esteja sendo feito com animais em laboratórios", prosseguiu Loring.

Ela crê que a técnica é mais promissora do que a de clonagem de animais ameaçados, por ter uma taxa de sucesso maior. 'Você tem a possibilidade de fazer novas combinações genéticas, em vez clonar, que apenas reproduz animais já existentes."


"Último esforço"

O cientista conservacionista Robert Lacy, da Sociedade Zoológica de Chicago, disse que a técnica pode, algum dia, tirar algumas espécies do risco de extinção, mas que ainda há muito trabalho a ser feito.

"As perspectivas para o uso desses métodos, de dar continuidade à linhagem dos últimos indivíduos de algumas espécies, será um último esforço, após termos falhado em proteger esses animais de maneiras prévias, mais simples e eficientes", afirmou Lacy.

Esse é o caso, ele diz, do rinoceronte-branco do norte, existente na África e ameaçado pela caça ilegal.

Três anos atrás, a população selvagem da espécie estava reduzida a apenas quatro indivíduos que habitavam um parque nacional na República Democrática do Congo. Expedições recentes sequer conseguiram localizar esse pequeno grupo.

Dessa forma, é possível que sete rinocerontes-brancos do norte enjaulados sejam os últimos representantes da espécie no planeta.

Já o primata drill (Mandrillus leucophaeus) também está com uma população declinante na Nigéria e em Camarões, principalmente por causa da caça e por perda de habitat.

As pesquisas de células-tronco têm unido cientistas conservacionistas e de laboratório - caso de Jeanne Loring, que chefia o Centro de Medicina Regenerativa no Instituto de Pesquisas Scripps, na Califórnia.

Seu objetivo imediato é replicar o trabalho desenvolvido com o rinoceronte em outras dez espécies de animais ameaçadas, incluindo uma de elefante.

Fonte: G1

Tailandeses protestam contra a venda de cães como comida

Ativistas foram às ruas defender a criação de uma lei para proteger os direitos dos animais

Ativistas pedem criação de lei que proteja o direito dos animais e proiba a comercialização de sua carne - AP

Neste domingo (4), centenas de ativistas sairam às ruas de Bancoc, na Tailândia, para protestar contra a venda de cachorros como comida. Na região, o consumo de carne de cães é tido como normal e faz parte da cultura local. Mas, na contra-mão, protetores dos animais defendem a criação de uma lei que proteja o direito dos pets e proiba a comercialização de cachorros para fins alimentícios.


Em agosto, a polícia tailandesa resgatou milhares de cães que estavam em caminhões e seriam lavados até o Vietnã para serem abatidos e terem sua carne comercializada.

Os traficantes tailandeses recolhem cachorros no interior do país e os levam ao Vietnã, onde recebem até R$ 52 por animal. 

Fonte: R7

Esquilo lembra artistas ao se esquivar de paparazzo

Pequeno roedor esconde o rosto ao ser flagrado na hora do almoço

Ao ser clicado pelo dono da casa onde fazia seu almoço, o esquilo fechou o tempo - ou melhor, escondeu o rosto - como se não quisesse ser fotografado - Grosby Group

O americano Mark Hardymon gosta tanto de observar - e de fotografar - os animais que aparecem em seu jardim que até costuma colocar lanche para os passarinhos.

Por isso, ele não teve dúvidas quando avistou um esquilo fazendo um lanchinho em uma espécie de palanque - na verdade, uma tora fincada entre as plantas - e foi logo pegar sua câmera fotográfica.


Mas o pequeno roedor parece não ter gostado nem um pouco da ideia de ser clicado em um momento de intimidade. 

Ao olhar para as poses do bicho, a impressão que fica é a de que ele se sentiu invadido pelo paparazzo. 

Fonte: R7

Caçado até a extinção, tigre-da-tasmânia não era ameaça

O tigre-da tasmânia (Thylacinus cynocephalus), animal caçado até a extinção na Austrália graças à sua fama de devorador de ovelhas, não era uma ameaça para os fazendeiros.

O estudo dos pesquisadores da Universidade de New South Wales, em Sydney, publicado no "Journal of Zoology", diz que o animal, também conhecido como lobo-da-tasmânia ou lobo marsupial, tinha mandíbulas fracas e suas presas precisariam ter o tamanho de um esquilo.


"Nossa pesquisa mostra que a mandíbula permitia apenas que ele atacasse presas menores e mais ágeis", disse Marie Attard, que liderou a pesquisa.

"Esta é uma característica incomum em grandes predadores, considerando que eles pesavam cerca de 30 quilos e tinham uma dieta carnívora. Quanto à suposta habilidade [dos tigres-da-tasmânia] de comer ovelhas, nossas descobertas indicam que essa reputação é, no mínimo, exagerada."

Divulgação

Além de sugerir que a caça aos tigres-da-tasmânia, incentivada e premiada por governos locais, não era justificada, a pesquisa também concluiu que a dieta do animal contribuiu para o desaparecimento da espécie.

"Eles precisavam caçar muitos animais pequenos para sobreviver. Logo, pequenas alterações no ecossistema, como as causadas pela chegada de colonos europeus, teriam reduzido suas chances de sobrevivência", explica Attard.

Os tigres-da-tasmânia habitaram várias áreas da Austrália e da Papua-Nova Guiné, mas no fim do século 19 só podiam ser encontrados na Tasmânia.

O último, chamado Ben, morreu em 1936 no zoológico de Hobart.


TESTES COMPUTADORIZADOS

Os cientistas da Universidade de New South Wales usaram avançadas técnicas de computação para simular diversos comportamentos predatórios e analisar o crânio do tigre-da-tasmânia.

"Nós escaneamos o crânio e aí aplicamos o mesmo programa normalmente utilizado em engenharia para calcular a pressão sobre estruturas construídas pelo homem, como pontes e asas de aeronaves", diz Stephen Wroe, que também participou da pesquisa.

O teste revelou que as mandíbulas do animal eram simplesmente fracas demais para abater uma ovelha adulta.

"Se um grande carnívoro, como um tigre por exemplo, quer matar uma presa grande, ele tem que prender seu pescoço e sufocá-la. O tigre-da-tasmânia não seria capaz disso."

Os pesquisadores também explicaram que os dentes do animal não eram feitos para triturar ossos.

"Ele ganhou uma reputação muito ruim na sua época, acusado de ser um cruel e devastador assassino de ovelhas", diz Attard.

Quando a iminente extinção da espécie ficou clara, o tigre-da-tasmânia recebeu proteção oficial do governo da ilha, mas já era tarde demais.

"Isso só aconteceu dois meses antes do último espécime conhecido morrer no zoológico de Hobart."

Fonte: FOLHA

Após captura, vaca Yvonne reencontra filho em celeiro

A vaca Yvonne, capturada nesta sexta-feira (2) na Alemanha, reencontrou seu filho, o boi Frisi.

O encontro aconteceu em um celeiro na cidade de Deggendorf.

A ruminante escapou em 24 de maio de uma propriedade perto da cidade de Muehldorf, na Baviera, e viveu feliz à solta por vários meses até ter sido colocada numa "lista dos mais procurados" após se chocar com a dianteira de um carro de polícia.

A vaca Yvonne e seu filho, o boi Frisi - Gut Aiderbichl/Benno Seilersdorfer/Reuters

As autoridades de Muehldorf concluíram que Yvonne era um "risco à segurança" depois da trombada com o carro e os caçadores receberam permissão de matá-la.

O fato causou comoção na imprensa alemã e um tabloide ofereceu 10 mil euros de recompensa para quem a encontrasse.

Até sua melhor amiga, a vaca Waltraud, e uma das crias de Yvonne foram usados para atraí-la.

Fonte: FOLHA

Cachorro com língua gigante é figura popular de Havana


Um cachorro com uma língua gigante foi fotografado nas ruas de Havana, em Cuba.

Segundo a agência Associated Press, o cão é uma figura popular nas ruas da cidade e foi apelidado de "Língua".


O cachorro "Língua" exibe o motivo de seu apelido - Javier Galeano/Associated Press

Fonte: FOLHA

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Quadros pintados por gorila são vendidos pelo eBay

Um gorila de sete anos vai ter alguns de seus quadros leiloados pelo eBay para arrecadar recursos para uma associação de defesa dos macacos, informou nesta quinta-feira o zoológico de Paignton, no sul da Inglaterra.

O gorila pintor N'Dowe produzindo uma de suas obras; algumas delas estão sendo leiloadas pelo eBay 
(EFE)

As obras são fruto de uma experiência do zoológico que, há alguns anos, entregou ao talentoso gorila uma tinta especial para crianças para ver como o animal reagia.

Dois seguranças agiram como assistentes do macaco N'Dowe, o mais jovem dos seis gorilas do zoológico, para ajudá-lo a usar os dedos e tirar a pintura dos tubos.

A nota de imprensa do zoológico descreve um dos quadros colocados à venda na internet como "uma vibrante obra de arte abstrata na cor vermelha". Mais três telas do gorila utilizam as cores verde e laranja.

Obra do gorila pintor N'Dowe; alguns de seus quadros estão sendo leiloados pelo eBay 
(EFE)

Com o leilão dos quadros, que têm preço de saída de € 8, os organizadores pretendem arrecadar em torno de € 9.999 para a campanha europeia em defesa dos macacos.

A diretora do zoológico, Kirsten Pullen, explicou que "quadros feitos por animais não são novidade; chimpanzés e elefantes também já pintaram. O que não é comum é a comercialização, por isso são peças muito especiais".

Fonte: FOLHA

Aos 50 anos, elefante amputada ganha nova prótese para a pata

A elefante Motala, 50, ganhou uma nova prótese para a pata que perdeu ao pisar em uma mina terrestre.

O animal é paciente de um hospital de elefantes, o Friends of the Asian Elephant (FAE), na Tailândia, pioneiro no gênero.

Essa é a terceira prótese de Motala, já que ela precisa ser adaptada ao peso do animal.


O elefante Motala com sua prótese - Paula Bronstein/Getty Images

Fonte: FOLHA

Protesto contra caça de golfinhos no Japão reúne dezenas pelo mundo

Brasil, EUA, Argentina, Filipinas e outros países tiveram ações nesta 5ª feira.
Ativistas afirmam que espécie sofre com constantes ataques de pescadores.

Manifestantes protestaram nesta quinta-feira (1º), diante das embaixadas do Japão em vários países, contra a caça aos golfinhos praticada no país asiático, a qual consideram sanguinária.

Em Washington, nos Estados Unidos, cerca de 20 pessoas se reuniram em frente à representação diplomática japonesa, exibindo cartazes com a inscrição "Os golfinhos querem viver".

Protestos similares foram realizados em outras cidades do mundo como Londres, Roma, Estocolmo, Manila, Buenos Aires e São Paulo, onde nesta quinta-feira manifestantes com cartazes utilizaram a Avenida Paulista para mostrar que também são contrários às ações de pescadores japoneses.

Protesto realizado nesta quinta-feira (1º) em frente à embaixada do Japão na cidade de Washington, nos Estados Unidos (Foto: Jim Watson/AFP)

Manifestantes com cartazes na Avenida Paulista, em São Paulo (Foto: Terra Britto/Futurapress)


Na capital norte-americana a ativista Kerri Shaw colou no corpo uma tela, com sequências do filme "The Cove", documentário ganhador do Oscar, que lançou luz sobre esta prática. Katie Arth, organizadora do protesto juntamente com o grupo Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais (Peta, na sigla em inglês), destacou que a caça dos golfinhos era motivada em parte pelo lucro, pois os animais são vendidos a aquários de todo o mundo.

"É um grande impulso sobre porque continua sendo praticado, porque é tão rentável. E as pessoas podem fazer algo a respeito, não indo a nenhum lugar onde golfinhos atuem e contatando a embaixada", afirmou.

Ativistas com capacetes no formato de golfinhos realizam protesto nas Filipinas 
(Foto: Ted Aljibe/AFP)


Sem consciência

O ativista Taylor Mason disse que a maioria dos japoneses não era consciente da matança de golfinhos, praticada na cidade de Taiji (oeste), onde geralmente se evita que a imprensa cubra a caçada. "A principal forma de quebrar o círculo de silêncio é através de ações como estas e através da discussão para que se saiba, não só no Japão, mas também nos Estados Unidos e em outros países, que não é bom ver golfinhos se apresentar e treiná-los", disse Mason.

A cada ano, os pescadores de Taiji encurralam cerca de dois mil golfinhos em uma baía isolada, escolhendo algumas poucas dezenas para a venda a aquários e parques marinhos, e apunharam os demais até a morte, por causa da carne, em um massacre que tinge as águas de vermelho. Os pescadores de Taiji defendem a caça como uma tradição cultural e, quando "The Cove" foi exibido no Japão, gerou protestos de ativistas conservadores.

*Com informações da France Presse

Ativista segura cartaz em Buenos Aires, capital da Argentina, contra matança de golfinhos no Japão (Foto: Enrique Marcarian/Reuters)

Fonte: G1

Zoo da Austrália registra nascimento de macaco de espécie rara

Filhote fez sua primeira aparição nesta quinta-feira (1º), em Sydney.
Atualmente existem no mundo apenas 1.000 exemplares desta espécie.

Tam Dao, um filhote de macaco da espécie Trachypithecus francoisi com duas semanas de vida, fez sua primeira aparição nesta quinta-feira (1º) no zoológico de Taronga, em Sydney,Austrália. É o segundo exemplar da espécie que nasce em cativeiro neste zoológico.

O filhote aproveitou o dia abraçado à mãe, Meili. A espécie Trachypithecus francoisi é proveniente de partes da China e do Vietnã. Sua alimentação é basicamente de folhas. De acordo com um comunicado do zoo de Sydney, atualmente existem apenas 1.000 espécimes deste macaco distribuídos pelo mundo.

Tam Dao, macaco da espécie Trachypithecus francoisi que tem duas semanas de vida, não desgrudou da mãe nesta quinta-feira (Foto: Daniel Munoz/Reuters)

O zoológico de Sydney divulgou comunicado informando que era o segundo nascimento da espécie no local. Além disso, foi divulgado que existem atualmente no mundo apenas 1.000 exemplares do animal (Foto: Daniel Munoz/Reuters)

Fonte: G1

Quatro novas espécies de peixes podem ter sido descobertas em MT

Levantamento científico ocorreu durante expedição no Noroeste do estado.
Primeiro estudo na área foi da expedição Roosevelt-Rondon, em 1913.

Quatro novas espécies de peixes podem ter sido descobertas durante a expedição Guariba-Roosevelt, que reuniu pesquisadores e cientistas em uma área de preservação no estado do Mato Grosso. O grupo também teria registrado uma nova espécie de macaco do gênero Callicebus - conhecido como zogue-zogue.

A descoberta das quatro espécies de peixes foi realizada em rios de cabeceira. Os animais que mais chamaram a atenção dos pesquisadores durante os trabalhos em campo foram um lambari pescado numa região de campinarana (áreas de campos amazônicos), próxima ao rio Roosevelt, e um bagre coletado nas imediações do rio Madeirinha. O que leva os pesquisadores a crer que são espécies novas são suas características físicas.

“Essas espécies indicam um alto endemismo na região, o que pode nos ajudar a compreender o padrão de evolução das espécies na área. E também levantar hipóteses sobre o que pode estar fazendo algumas dos peixes coletados estarem desaparecendo e ameaçados de extinção”, diz Machado. Os peixes coletados foram levados aos laboratórios da Unemat, em Alta Floresta, a 830 quilômetros da capital Cuiabá. Lá, estudos mais detalhados vão comprovar se são de fato novas espécies.

A pesca ilegal e os garimpos foram as principais ameaças à biodiversidade encontradas na região. A Secretaria Estadual de Meio Ambiente do Mato Grosso chegou a fazer uma autuação na área durante a expedição. “Apesar disso, ainda constatamos que muitas das áreas permanecem intacta, apesar da proximidade e da facilidade de acesso pelas cidades no entorno”, diz Machado.

Peixes encontrados durante expedição que pode ter coletado quatro novas espécies de peixes 
(Foto: Juvenal Pereira/WWF-Brasil)


“Todas essas descobertas indicam a grande biodiversidade que ainda há para ser descoberta na região”, diz Mauro Armelin, diretor do Programa Amazônia do WWF-Brasil. ‘”São muito raras para a ciência essas novas descobertas, mas acredito que isso ocorra pela escassez de pesquisas. Perdemos a chance de conhecer espécies antes mesmo que estas desapareçam pelo desmatamento”. O último levantamento de fauna e flora que ocorreu na região foi nas décadas de 1970 e 80.

Expedição Roosevelt

A expedição percorreu quatro unidades de conservação no Noroeste do Mato Grosso, que envolvem o rio Roosevelt. A região abriga os últimos remanescentes de floresta do Estado, que hoje é um dos campeões no crescimento do desmatamento, segundo dados do governo federal.

“São regiões pouco estudadas. A grande maioria dos levantamentos de ictiofauna hoje acontece em grandes rios, ou no mar”, afirma James Machado, um dos biólogos responsáveis pela coleta e pelos estudos que comprovam a descoberta – feita em parceria com os pesquisadores Solange Arrolho, da Universidade Estadual de Mato Grosso, e Rosalvo Rosa Duarte do Programa de Pesquisa em Biodiversidade (PPBIO) do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT).

O primeiro levantamento científico na região aconteceu quase cem anos atrás. A expedição foi coordenada pelo marechal Cândido Rondon e pelo ex-presidente americano Theodore Roosevelt, entre 1913 e 1914. Eles foram responsáveis pelo mapeamento do rio batizado em homenagem a Roosevelt. Muitos animais coletados na região fazem parte hoje da coleção científica do museu Smithsonian, em Washington, nos EUA.

Fonte: G1

Após três meses, vaca 'fujona' é recapturada na Alemanha

Yvonne estava 'com a cabeça a prêmio' na Baviera.
Ela foi achada a cerca de seis quilômetros do local de onde escapou.

A vaca fujona Yvonne foi capturada nesta sexta-feira (2) em um pasto em Eigelsberg, nos Alpes, depois de mais de três meses de buscas.

Yvonne havia fugido em 24 de maio de uma propriedade perto da cidade de Mühldorf, e as autoridades locais chegaram até adesistir de capturá-la, segundo a revista alemã "Der Spiegel".

A vaca foi colocada numa "lista dos mais procurados" após se chocar com a dianteira de um carro de polícia.

A vaca Yvonne é recapturada nesta sexta-feira (2) (Foto: AFP)

A vaca Yvonne é recapturada nesta sexta-feira (2) (Foto: AFP)

A vaca Yvonne é recapturada nesta sexta-feira (2) (Foto: AFP)

A vaca Yvonne é recapturada nesta sexta-feira (2) (Foto: AFP)


As autoridades de Mühldorf concluíram que Yvonne era um "risco à segurança" depois da trombada com o carro de polícia, e os caçadores receberam permissão de matá-la.

Depois disso, Yvonne conseguiu escapar de todos, e suas fugas espertas se tornaram um sucesso de audiência da TV alemã.

O jornal alemão "Bild" chegou a oferecer uma recompensa de 10 mil euros (R$ 23 mil) pela captura de Yvonne.

Ela acabou sendo recapturada a seis quilômetros do local da fuga.


Fonte: G1

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Traficante internacional de animais é condenado a dez anos no Rio

Tomas Novotny foi preso em operação da Polícia Federal em 2009.
Decisão judicial é de 19 de agosto.

O tcheco Tomas Novotny, preso durante operação Oxossi, da Polícia Federal, em 2009, foi condenado a dez anos de prisão pelos crimes de receptação e contrabando de animais silvestres e formação de quadrilha. A sentença foi divulgada no último dia 19 de agosto.

A denúncia, oferecida pelos procuradores da República Renato Machado e Maurício Manso, pedia a prisão de Novotny por seu envolvimento em um esquema de receptação e exportação de aves silvestres, vendidas no exterior.

Ele intermediava, mediante pagamento, as negociações entre os caçadores e estrangeiros, aproveitando-se de sua fluência no idioma português para facilitar a comunicação entre as partes. "A sentença proferida é importantíssima, pois confere ao tráfico internacional de animais silvestres um tratamento compatível com sua gravidade, protegendo assim a biodiversidade brasileira", diz o procurador Renato Machado.

A Operação Oxossi, que prendeu Novotny, foi feita em conjunto pelo MPF e a Polícia Federal. À época, o MPF ofereceu três denúncias contra 69 integrantes de quadrilhas de contrabando de animais que atuavam no Brasil e no exterior, pelos crimes de formação de quadrilha, receptação, caça a fauna silvestre, abuso e maus-tratos a animais silvestres.

Fonte: G1

Estudo genético com lagartos pode ajudar a decifrar a evolução humana

Pesquisadores encontraram genes comuns em lagartos e mamíferos.
Artigo da "Nature" tenta compreender genes inativos em humanos.

Um estudo publicado nesta quarta-feira (31) na revista "Nature" afirma que pesquisadores dos Estados Unidos desvendaram o genoma do lagarto anole-verde, fato que vai ajudar a descobrir o que há de semelhante entre o genoma humano e dos répteis, desde que os ancestrais dos dois grupos se separaram, com a evolução das espécies, há 320 milhões de anos.

Os elementos “não codificados” do genoma humano são um dos principais pontos da pesquisa. São regiões que permaneceram inalteradas por milênios, mas que não possuem genes codificadores de proteínas, ficando inativos. Uma das grandes dúvidas dos cientistas é de onde surgiram esses elementos no DNA dos humanos.

Uma das hipóteses é que eles sejam resquícios de “elementos de transposição”, trechos do DNA que são capazes de se movimentar de uma região para outra dentro do genoma de uma célula. Nos seres humanos, muitos desses genes perderam sua capacidade de salto, ou seja, de transposição. Porém, em lagartos anoles eles continuam ativos.

“Os anoles são uma biblioteca viva de elementos de transposição”, diz Jessica Alföldi, co-autora da pesquisa, realizada pelo Instituto Broad da Universidade de Harvard e do Instituto de Tecnologia de Massachusets (MIT), nos EUA. Nos seres humanos existem cerca de 100 elementos não codificados, que são derivados desses genes “saltadores”. “Nos lagartos esses elementos continuam saltitando, porém a evolução os tem usado para seus próprios fins em algo diferente nos humanos”, afirma Jessica.

Lagarto anole-verde, que teve o genoma descrito por pesquisadores americanos
(Foto: Reprodução/Nature)

Adaptação

O estudo também pode ajudar a compreender como as espécies de lagartos evoluíram nas Grandes Antilhas, no Caribe. Tal como os tentilhões de Darwin, as aves que por suas características diferentes de bicos, inspiraram o cientista inglês a escrever "A Origem das Espécies" (1859) e a elaborar a teoria da evolução, os lagartos anoles são adaptados para preencher todos os nichos ecológicos da ilha.

Alguns possuem as pernas curtas e podem caminhar ao longo de galhos estreitos; outros são de cor verde com almofadas no dedão, adequadas para viver no alto das árvores; outros são amarelos e alguns podem viver na grama, e não em árvores. Porém, uma diferença em relação às espécies estudadas por Darwin estes largatos é que os anoles evoluíram de quatro diferentes formas, nas ilhas de Porto Rico, Cuba, Jamaica e Hispaniola.

O lagarto anole-verde é nativo do Sudeste dos Estados Unidos e é a primeira espécie de lagarto com o seu genoma totalmente sequenciado e montado. Muitos pesquisadores mapearam mais de 20 genomas de mamíferos, mas a genética dos répteis ainda é relativamente inexplorada.

Fonte: G1

Peixe-boi vira animal de estimação em comunidade de Cabedelo, PB

População batizou o peixe-boi de Chuchu.
Animal é dócil e brinca com as crianças.

Peixe-boi foi batizado pelos moradores de Jardim Manguinhos como Chuchu 
(Foto: Walter Paparazzo/G1)

Um peixe-boi de cerca de 200 kg e 1,70 m virou o animal de estimação dos moradores de Jardim Manguinhos, comunidade localizada na cidade de Cabedelo, na Região Metropolitana de João Pessoa. O pescador Sandro contou que, desde segunda-feira (29), quando o mamífero chegou ao mangue, ele brinca com as crianças do local. “Ele tem o maior carinho com as crianças, já virou amigo da família”, disse.

"Ele tem o maior carinho com as crianças, já virou amigo da família"
Sandro, pescador

A população se apegou ao novo animal e já até o batizou. “Ele gostou tanto de chuchu que o nome dele agora é chuchu”, contou Sandro, que também dá outros tipos de alimento para o peixe-boi, como alfaces e peixes pequenos.

Chuchu se aproxima sempre que uma pequena embarcação aparece e é dócil o suficiente para deixar que pessoas brinquem e até montem nele para tirar fotos. O sargento Valdir Pereira, da Polícia Ambiental, explicou o porquê: “quando ele estava em cativeiro, as pessoas o alimentavam em canoas, por isso ele se aproxima”.

O sargento esclareceu que, na verdade, o nome de Chuchu é Artur e tem aproximadamente 9 anos. Ele foi resgatado depois de ser ferido nas costas por uma hélice de barco no Rio Grande do Norte no final do mês de julho. No Projeto Peixe-Boi, ele foi cuidado e liberado novamente para a água.


Animal é monitorado pelo Projeto Peixe-boi 
(Foto: Walter Paparazzo/G1)

A Polícia Ambiental recebe muitos chamados por causa de peixes-bois como Chuchu. “Um animal como esse vai em busca de comida e para muito para descansar. As pessoas veem eles parados por dois dias nas águas rasas e acham que estão encalhados, mas eles têm capacidade de se locomover de volta para o fundo sozinho e ir buscar água nos rios”, esclareceu o sargento Valdir, que garantiu que os peixes-bois se recusam a beber água salobra.

A prática de alimentar esses mamíferos, no entanto, não é recomendada. Os peixes-bois precisam sair em busca de alimento e, se a população os acomodarem com comida fácil, eles ficarão dependentes dos humanos. “O instinto animal vai fazer com que ele fique permanente naquela área”.

A recomendação da Polícia Ambiental é que ninguém alimente e nem se aproxime dos animais para que eles possam seguir sua rota. “Ele é muito dócil. O problema é que ele fica vulnerável à maldade de alguém”, disse. O pescador Sandro também demonstrou preocupação com o animal. Segundo ele, no local navegam algumas embarcações de pequeno porte que utilizam motores e podem apresentar risco para Chuchu.

Sandro disse que animal é dócil e brinca com as crianças 
(Foto: Walter Paparazzo/G1)

O sargento Valdir garante que o animal está bem. “Ele está apenas descansando, está bem sadio, eu mesmo o analisei”, relatou. Em sua cauda, foi implantado um sinalizador desde quando era apenas um filhote. Esse sinalizador é usado para monitorar e localizar o animal.

Fonte: G1

Guepardos vão participar de experiência genética nos EUA

Cinco filhotes são mantidos em centro norte-americano.
Eles auxiliarão com dados genéticos para evitar colapso da espécie.

Cinco filhotes de guepardo, com 13 semanas de vida cada um, aproveitaram a quarta-feira (31) para descansar em um ambiente do Instituto de Biologia e Conservação Smithsonian, localizado em Front Royal, nos Estados Unidos.

Os felinos vão ser preparados por pesquisadores do centro para participar de um programa nacional de melhoramento genético, no intuito de conservar a espécie e evitar a ameaça de extinção.

O guepardo é um animal selvagem encontrado em partes da África e da Ásia. A espécie é considerada vulnerável pela lista vermelha da União Internacional pela Conservação da Natureza (IUCN, na tradução do inglês).

Os filhotes de guepardo (quatro ao fundo e mais um à frente, junto com a mãe) descansam nesta quarta-feira (31) (Foto: Jacquelyn Martin/AP)

Um dos filhotes recebe atenção da mãe, a guepardo Amani, no Instituto de Biologia e Conservação Smithsonian, dos Estados Unidos (Foto: Jacquelyn Martin/AP)

Quando crescerem, os felinos participarão de um programa nacional de melhoramento genético, no intuito de conservar a espécie e evitar sua extinção (Foto: Jacquelyn Martin/AP)

Fonte: G1

Yvonne, a vaca fujona, não será mais caçada na Alemanha

Autoridades alemãs cancelaram a caça a vaca Yvonne.

A ruminante escapou em maio de uma propriedade perto da cidade de Muehldorf, na Baviera, e viveu feliz à solta por vários meses até ter sido colocada numa "lista dos mais procurados" após se chocar com a dianteira de um carro de polícia.

As autoridades de Muehldorf concluíram que Yvonne era um "risco à segurança" depois da trombada com o carro e os caçadores receberam permissão de matá-la.

O fato causou comoção na imprensa alemã e um tabloide ofereceu 10 mil euros de recompensa para quem a encontrasse.

Até sua melhor amiga, a vaca Waltraud, e uma das crias de Yvonne foram usados para atraí-la. Sem sucesso.

Segundo a respeitada revista "Der Spiegel", Yvonne se tornou praticamente um animal selvagem, graças aos meses passados no mato.

Caso ela decida voltar à vida na fazenda, Yvonne será tratada por uma entidade de direitos dos animais.

"Yvonne realmente brigou por sua liberdade. Ela mostrou ao mundo que sua vontade de ser livre é muito forte, até para uma vaca", disse a entidade em comunicado.

Esta não é a Yvonne, ela ainda não foi fotografada - SXC

Fonte: FOLHA

Elefante tem de ser resgatado com escavadeira em piscina

Um filhote de elefante ficou preso em um reservatório de água e teve que ser resgatado com uma retroescavadeira.

O acidente aconteceu em uma área militar en Bengdubi, na Índia, quando uma manada cruzou a área.

Elefante teve que ser resgatado com retroescavadeira

Fonte: FOLHA

Cão de Luciano Huck ganha homenagem após morrer

Saudade faz apresentador publicar vídeo do pet com Angélica na internet

Depois de 11 anos de convivência intensa, Luciano Huck se despediu de Lucky, seu amigão, na última terça (30). O cachorro, um belo golden retriever de pelo creme, morreu naquela noite, deixando triste o apresentador.

Em seu perfil no microblog Twitter, Huck fez uma série de homenagens ao animal de estimação. “Hoje se foi o meu fiel e amado companheiro dos últimos 11 anos; o Lucky. Nossa família toda sentirá muitas saudades. Vá em paz, querido amigo”, escreveu o artista.

Ainda no Twitter, Huck publicou um vídeo singelo que mostra uma divertida brincadeira entre ele e a esposa, a também apresentadora Angélica, e Lucky.

Já nesta quarta (31), ele dedicou uma foto de por do sol ao amigo, com a seguinte legenda: "o por do sol de hj para o Lucky!!! Bjs amigo".

Abaixo, assista ao vídeo fofo de Huck e Angélica com Lucky.


Fonte: R7