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quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Dicas para a posse responsável de animais


Quem quer adotar um cão ou gato deve estar consciente de que demandam tempo e atenção


Valeska Mateus
Para ter um animal de estimação em casa é preciso mais do que vontade ou o simples desejo de uma criança. É necessário ter condições de mantê-lo saudável, alimentá-lo e dar a atenção adequada. Adotar ou comprar um cachorro é incluir uma lista de responsabilidades na rotina da família. “Guarda responsável compreende proporcionar bem-estar a um animal, como espaço ideal, alimentação adequada, saúde e lazer”, define a adestradora e presidente da ONG Cãopaixão, Ana Cláudia Garcia Vicente.
Muitos pais resolvem fazer a vontade do filho e não avaliam se a rotina da família tem tempo para o cão, as despesas que o animal requer e se a raça que a criança deseja é adequada para o espaço da residência. “Poucas pessoas contemplam esses fatores antes de pegar um filhote”, comenta. Segundo ela, as vacinas dos primeiros meses, os banhos e tosas frequentes e até a estadia em hotéis, nos períodos de viagens, devem ser contabilizados nessa análise.
Ela que presta assessoria na escolha da raça e alerta para a guarda responsável, afirma que 50% das pessoas desistem de ter um cão porque não haviam contabilizado essas questões. “Muitos agem apenas pelo impulso do filho ou carência própria, comum entre as pessoas que vivem sozinhas”.



Vida longa
Um animal é para boa parte da vida, tem longevidade entre 10 e 15 anos e quando se presenteia uma criança com um bicho de estimação, os pais devem estar conscientes de que estão se responsabilizando pelos cuidados com o novo morador da casa. Ana Cláudia afirma que é um erro as mães entrarem no petshop e falarem para o filho que eles irão cuidar do filhote ou animal adulto. “É função das atendentes enfatizar que a criança pode até desenvolver o censo de responsabilidade com o cão, mas que de fato é um adulto que terá de assumir esse papel”, diz.
Mandamentos da posse responsável
1 – Antes de adquirir um animal, considere que seu tempo médio de vida é de 12 anos. Pergunte à família se todos estão de acordo, se há recursos necessários para mantê-lo e verifique quem cuidará dele nas férias ou em feriados prolongados.
2 – Adote animais de abrigos públicos e privados (vacinados e castrados), em vez de comprar por impulso.
3 – Informe-se sobre as características e necessidades da espécie escolhida – tamanho, peculiaridades, espaço físico.
4 – Mantenha o seu animal sempre dentro de casa, jamais solto na rua. Para os cães, passeios são fundamentais, mas apenas com coleira/guia e conduzido por quem possa contê-lo.
5 – Cuide da saúde física do animal. Forneça abrigo, alimento, vacinas e leve-o regularmente ao veterinário. Dê banho, escove e exercite-o regularmente.
6 – Zele pela saúde psicológica do animal. Dê atenção, carinho e ambiente adequado a ele.
7 – Eduque o animal, se necessário, por meio de adestramento, mas respeite suas características.
8 – Recolha e jogue os dejetos em local apropriado.
9 – Identifique o animal com plaqueta e registre-o no Centro de Controle de Zoonoses ou similar, informando-se sobre a legislação do local. Também é recomendável uma identificação permanente (microchip ou tatuagem).
10 – Evite as crias indesejadas de cães e gatos. Castre os machos e fêmeas. A castração é a única medida definitiva no controle da procriação e não tem contraindicações.
Fonte: Arca – Associação Humanitária de Proteção e Bem-Estar Animal

terça-feira, 16 de agosto de 2011

"Paparazzo" tenta flagrar filhotes e leva bronca de leoa


A leoa Annie deu uma "bronca" em um fotógrafo que flagrava o cochilo dela com os seus filhotes, de apenas dois meses.

A família vive em um zoológico na Sibéria, Rússia.
A sequência lembra a do ator Tom Cruise, que se irritou com um paparazzo que registrava a aula de ginástica da sua filha mais nova, Suri.


Ilya Naymushin/Reuters


 Annie e seus filhotes dormem na jaula


Ilya Naymushin/Reuters

A leoa Annie ruge para o "paparazzo"
Fonte: FOLHA

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Cachorrinho Mexicano

Geentee Quee Coisinhaa Fofaaa...**D




Fonte: RainerBomba

Tubarões-baleia e raias gigantes migram para as Maldivas


Tubarões-baleia de seis metros e raias gigantes fizeram sua migração anual para a baía de Hanifaru, nas Ilhas Maldivas.
Durante julho e agosto, os gigantes vão para a região para se alimentarem de plânctons.
A baía de Hanifaru será fechada para turistas a partir de 2012 para proteger os animais e esta é a última temporada que os mergulhadores podem nadar com os animais.
Mergulhador nada próximo de um tubarão-baleia - David Loh/Reuters

  
Raia gigante se esbalda nas Maldivas - David Loh/Reuters

Fonte: FOLHA

Borboleta azul de Miami está sob proteção por 240 dias


Espécie corre risco de extinção e será crime tentar apanhar o inseto para colecinar ou comercializar durante este período


A borboleta azul de Miami se tornou nesta quarta-feira (10) uma espécie protegida pelas autoridades americanas em uma tentativa de evitar sua extinção. O Departamento de Pesca e Vida Silvestre dos Estados Unidos decidiu estabelecer uma proteção de emergência temporária sobre esta espécie, que habita o extremo mais sudeste do país e que ocupava amplas áreas da península da Flórida.
"Para tomar esta determinação de emergência avaliou-se cuidadosamente a melhor informação científica disponível e comercial a respeito das ameaças passadas, presentes e futuras que a borboleta azul de Miami enfrenta", explicou o departamento em comunicado.
A intenção das autoridades é atrair a atenção de ambientalistas e cientistas para que aumentem as pesquisas sobre a borboleta azul e os fundos destinados a manter seu ecossistema e garantir sua sobrevivência.
A proteção à borboleta estará vigente por 240 dias, mas as autoridades estão atuando para prolongar esse prazo.
A partir de agora também será considerado crime tentar apanhar alguma borboleta azul de Miami para colecionar, comercializar ou exportar.
"A borboleta azul de Miami está em perigo de extinção devido à influência combinada da destruição de seu habitat, da ingestão das plantas que a hospedam por parte de exóticas iguanas verdes, do dano acidental por parte dos seres humanos, da perda de diversidade genética e de catástrofes ambientais, como os furacões", explicaram as autoridades.
Uma das maiores ameaças que as borboletas enfrentam são as tempestades tropicais e furacões que costumam atingir o Caribe nessa época do ano.

Fonte: IG

Dono sedentário, pet diabético

Diabetes em cães e gatos aumenta até 32% em cinco anos, um reflexo dos hábitos dos donos com a própria saúde
Os poodles são "campeões" de diabetes. Na foto, um jovem de 4 meses tratado pelo veterinário Ricardo Duarte. A doença prejudicou a visão do animal
A massa de pizza que sobra no prato é “gentilmente” cedida ao cachorro. A preguiça de andar com o mesmo cão naquela manhã mais fria também leva o sedentarismo humano ao animal de estimação. E a combinação dos dois fatores de risco acaba como pano de fundo para a ampliação dos casos de diabetes nos pets, fenômeno registrado pelos veterinários.
“Sem base científica contundente, podemos relacionar o comportamento dos homens ao aumento da doença endócrina canina e felina”, afirma a veterinária Cynthia Schoenardie, porta-voz no Brasil do Banfield Pet Hospital, rede norte-americana de 770 hospitais veterinários que acaba de finalizar um levantamento sobre saúde animal.
A base do relatório são os 2,1 milhões de atendimentos de cães e gatos feitos pelas unidades. Pelos dados divulgados pela Banfield, de 2006 para cá, a incidência de diabetes canina aumentou 32%. Em gatos, o crescimento foi de 16%. Já entre os brasileiros, diz o último relatório do Ministério da Saúde, os gráficos também mostram tendência de aumento da doença de 10% no mesmo período.
“Podemos trabalhar com a hipótese de que o estilo de vida de uma pessoa mais sedentária, que se alimenta de uma maneira irregular (condições apontadas como responsáveis para a proliferação de diabéticos humanos) influencia nos animais”, completa Cynthia.
Pequenos
Além deste novo estilo de saúde humana, outros aspectos também estão relacionados ao diabetes animal. Os apartamentos pequenos, com pouco espaço para o exercício físico dos bichos, influenciam ainda na escolha por raças de menor porte. Os cães menores são mais numerosos entre os diabéticos pois são mais vulneráveis à doença, sendo os poodles os campeões em incidência do problema.
“A minha avaliação é que nestes espaços menores, os donos conseguem perceber mais os sinais que indicam problemas de saúde nos animais, que antes passavam despercebidos”, acredita o diretor clínico do Hospital Veterinário Sena Madureira, Mario Marconde dos Santos.
“Um dos sintomas do diabetes animal é fazer xixi em excesso, por exemplo. Se estivessem em quintais amplos, talvez a urina excessiva nem fosse notada. Mais atentos, os donos procuram mais os especialistas e o diagnóstico veterinário também faz os casos de diabetes crescerem”, diz Santos.
Comida não é carinho
É fato que a relação entre o homem e o bicho também mudou nos últimos tempos. Não só as limitações físicas das casas aproximaram o dono do pet, como os cães e gatos ganharam “status” de membros das famílias, muitas vezes tratados como filhos.

Em gatos, a obesidade está mais associada ao diabtes. Na foto, a fêmea pesa mais do que os 7 quilos preconizados e é cuidada pelo veterinário Ricardo Duarte

E o mesmo erro cometido com as crianças – muitos adultos acreditam ser “uma graça” meninos e meninas muito gordinhos – é repetido com os animais.
“Com cachorro eu não vejo tanto, mas as pessoas acham lindo os gatos bem gordos. Não raro também, há a postura de que comida é carinho. Os donos enchem os bichos de alimentos, muitas vezes não recomendados na dieta canina e felina, como forma de recompensa”, pontua o veterinário Ricardo Duarte, do Hospital Veterinário Pompéia, em São Paulo.
Coincidência ou não, na população de gatos o diabetes mais comum é o tipo 2, aquele que – da mesma forma que em humanos – está mais relacionado à obesidade e ao sedentarismo (o gato Garfield é o principal representante da categoria).
Atualmente, em cada 10 mil felinos, 64 têm diabetes. Já nos cachorros – em cada 10 mil, 16 convivem com o diagnóstico – o comportamento da doença é mais parecido com o tipo 1 do diabetes, desencadeado em especial pela predisposição genética.
Nos dois tipos da doença, explica Duarte, o aparecimento está relacionado ao envelhecimento. “Quanto mais tempo vive o animal, maior o risco de ter diabetes. Mas se for controlado e bem tratado, os nossos pacientes podem ter vida normal”, diz.
“Vale lembrar que o dono precisa ter atenção o tempo todo. Já atendi cachorro que aos 4 meses de vida tinham diabetes.”
Tratamento
Tanto em cachorros quanto em gatos, o tratamento do diabetes exige mudança na dieta (uma espécie de ração terapêutica), adoção de exercícios físicos e até aplicação de insulina.
Só quem pode prescrever o tratamento adequado é o veterinário. Isso porque, em especial quando o animal está idoso, é preciso atenção com a mistura de medicações. O gato siamês Sacha, por exemplo, está com 20 anos de idade e sofria dor crônica nas articulações quando teve o diabetes diagnosticado.
“Ele estava muito deprimido também. A dona dele havia morrido e eu tinha o adotado fazia pouco tempo. Por causa das dores, o Sacha quase nem se mexia. O veterinário explicou que essa conjunção de fatores resultou no diabetes”, conta a dona do gato, Rosane, que tem a experiência com outros 12 “filhos”, todos felinos.
O fato de precisar receber insulina duas vezes por dia, impediu que o gatinho diabético tomasse medicação para dor. “A alternativa foi fazer acupuntura, junto com florais para dar uma animadinha”, conta Rosane. Sacha foi diagnosticado com diabetes em fevereiro. A expectativa é que no próximo mês ele já pare com a medicação. Agora, voltou a correr pela casa e brincar com as folhas caídas no jardim. “Nem parece ter a idade que tem”, diz a dona. 
Fonte: IG

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Sejam Bem Vindos

Olá pessoal, sejam bem vindos ao Noticiário Animal, logo logo estaremos postando matérias sobre os animais, aproveitando a visita, seja um de nossos seguidores.

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