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segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Predador exposto previamente a odor de presa tende a ignorá-la, diz estudo

Cientistas monitoraram ratos pré-expostos ao odor de ninhos de aves.
Com cheiro prévio, ovos de aves tiveram 62% mais chances de sobreviver.

Um estudo feito em conjunto pela Universidade de Sydney e pela Universidade New South Wales, na Austrália, sugere que predadores expostos previamente ao cheiro de suas presas tendem a ignorá-las mais vezes e, com isso, pode haver aumento na chance de sobrevivência destes animais.

A pesquisa, publicada nesta segunda-feira (15) pelo periódico "PNAS", usou ovos de aves e populações de ratos (Rattus rattus) criados de forma selvagem. Os ratos foram expostos previamente ao odor do ninho das aves, para medir se haveria ou não mudança no comportamento de predação.

Rato da mesma espécie utilizada no estudo pelas universidades australianas
(Foto: Divulgação/Universidade de Califórnia, Irvine)

Após uma semana de monitoramento, os ratos pré-expostos ao cheiro dos ninhos passaram a ignorá-los mais vezes e comer menos os ovos, segundo o estudo. Os ovos introduzidos no ambiente algum tempo após o odor tiveram 62% mais chance de não serem devorados. Para os cientistas, os predadores podem ter aprendido a ignorar uma pista falsa, que não daria a eles nenhuma comida, e associado o odor a uma falsa recompensa.

No caso de ovos que eram introduzidos no ambiente ao mesmo tempo que os ratos e o odor dos ninhos, não houve modificações no comportamento de predação.

O estudo sugere que a pré-exposição ao cheiro pode levar, no futuro, à criação de métodos para proteger espécies ameaçadas de extinção que não envolvam a morte dos predadores. "Técnicas baseadas na pré-exposição olfativa podem dar a uma presa maiores chances de sobrevivência em períodos de vulnerabilidade, como por exemplo logo após a reintrodução em um ambiente", dizem os pesquisadores.

Fonte: G1

Embrapa estuda clonar animal brasileiro ameaçado de extinção

Pesquisa de clonagem de espécie silvestre é pioneira no país, diz cientista.
Para pesquisador, uma das possibilidades é clonar lobo-guará.

Pesquisadores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) estudam clonar animais silvestres da fauna brasileira, em uma iniciativa inédita no Brasil, segundo eles. A previsão é que o primeiro clone, ainda sem prazo para ser feito, seja de uma espécie ameaçada de extinção, de acordo com o pesquisador Carlos Frederico Martins, da Embrapa Cerrados.

A primeira fase da pesquisa de clonagem foi a formação de um banco de germoplasma (com células de animais, para conservar seu material genético), que inclui espécies em risco, como o mico-leão-preto, e outras fora de perigo. A ideia inicial era trabalhar com mamíferos silvestres do Cerrado, diz Martins. O projeto, no entanto, foi ampliado e passou a incluir animais de outros biomas, como a Mata Atlântica. Agora o projeto entra na segunda etapa, que é estudar técnicas para fazer clones, afirma o pesquisador.

Ully, uma lobo-guará fêmea do Zoológico de Brasília que pode vir a fornecer óvulos para clonagem no futuro
(Foto: Divulgação/Zoológico de Brasília)

Uma das técnicas cogitadas é semelhante à usada para fazer a ovelha Dolly, aponta Martins. Dolly foi o primeiro mamífero clonado a partir de células adultas. O procedimento consiste em transferir o material genético de uma célula adulta do animal para um óvulo da mesma espécie. Nesse processo, o núcleo original do óvulo é retirado. O óvulo é "reprogramado" e passa a agir como célula embrionária, com potencial para dar origem a um novo indivíduo, explica o cientista.

Estabelecido em parceria com o Jardim Zoológico de Brasília, o projeto da Embrapa já tem 420 amostras de células de oito espécies diferentes no banco de germoplasma, ressalta Martins. "Temos, no banco, de dois a três animais de cada espécie", afirma. Entre os bichos estão lobos-guará, onças-pintadas e cachorros-do-mato, todos considerados vulneráveis na lista das espécies ameaçadas do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), vinculado ao Ministério do Meio Ambiente. A coleta de material genético para o banco de germoplasma vai continuar na nova etapa do estudo, aponta o cientista.

CONVÊNIO

Para dar o próximo passo, a Embrapa vai assinar um novo convênio com o zoo, que amplia os estudos e permite que seja feita a clonagem no futuro. O acordo deve ser assinado nesta semana. "A parte técnica está resolvida, só falta acertar os últimos detalhes", diz a diretora de pesquisa do zoológico, Carolina Lobo.

"O convênio que a gente está fazendo é para fornecer os materiais para tentar fazer isso. O objetivo final é tentar fazer a clonagem de um animal ameaçado de extinção, principalmente os animais mais ameaçados, visando a conservação", aponta Carolina.

Para o primeiro clone, uma das hipóteses é o lobo-guará, afirma o pesquisador da Embrapa. "É um animal que está em risco", diz ele. "A população tem diminuído bastante". A clonagem deste animal deve ser mais simples porque é possível fazer um procedimento inter-espécie, caso não haja óvulos disponíveis de lobo-guará, segundo o pesquisador. Neste caso, a técnica usada seria similar à da Dolly, mas com o óvulo de uma cadela, que é uma espécie compatível, aponta Martins. O clone, diz ele, teria 99% do DNA do doador.

O projeto de clonagem de animal silvestre é pioneiro no país, diz o pesquisador da Embrapa. "No Brasil, eu não conheço outras pessoas que estão estudando. No exterior tem alguns grupos, que eu saiba", diz ele. "Sendo autorizada a compra dos materiais, com certeza é possível ter início logo em seguida", diz Carolina, ressaltando que o que deve começar são os estudos, não a produção de um clone finalizado. Ela espera que em 2013 a pesquisa já esteja encaminhada.

O acordo com a Embrapa para o projeto é sem fins lucrativos e não envolve repasse de verbas entre as instituições, diz a diretora. Por enquanto, o zoológico ajuda na coleta de materiais que vão para o banco de germoplasma, entre outras funções. No futuro, óvulos dos animais em cativeiro poderão servir para estudos com clones. "Além de tudo, estamos tentando comprar o equipamento para a clonagem", diz Carolina.

O pesquisador da Embrapa ressalta que a pesquisa tem sido realizada com autorização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). "Neste novo convênio, nós estamos solicitando de novo a autorização para um período de dois anos", afirma Martins. Coordenadora de fauna do Ibama, Maria Izabel Soares da Silva disse ao G1 que em princípio não vê entraves jurídicos para a continuação da pesquisa. "Mas o projeto vai ser analisado quando chegar. Um analista vai emitir um parecer técnico" necessário para a continuidade dos estudos, afirmou ela.

Onça-pintada do Zoológico de Brasília; células da espécie fazem parte de banco mantido pela Embrapa 
(Foto: Divulgação/Jardim Zoológico de Brasília)

ÚLTIMO RECURSO

Para o pesquisador da Embrapa, a clonagem pode ser um instrumento para ajudar na preservação de espécies criticamente ameaçadas, mas deve ser vista como um último recurso. É muito importante que haja consciência ambiental e que o habitat dos animais seja preservado, diz ele.

"A gente recebe críticas dizendo que estamos esquecendo da preservação do ambiente. Mas o que eu digo é que esta [a clonagem] é uma das ferramentas científicas que a gente está colocando à disposição. Lembrando que o ideal é a preservação da fauna onde ela está. A preservação do ambiente, estratégias de conservação dos animais, são fundamentais", pondera Martins.

CONSERVAÇÃO

Procurado pelo G1, o Conselho Federal de Biologia enviou um parecer sobre o tema, elaborado pelo professor de genética e evolução da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Fabrício Rodrigues dos Santos. Para ele, a pesquisa de clonagem é válida e não há problemas éticos em fazê-la. "Não há mais problemas éticos do que fazer clone de qualquer outro animal doméstico", diz.

O professor avalia que as vantagens da pesquisa são manter animais ameaçados de extinção que possam ser criados em cativeiro e até restabelecer uma população semi-selvagem com risco de desaparecer. Ele pondera, no entanto, que a utilidade em termos de conservação ambiental deve ser muito limitada. "Em toda a biologia da conservação, a meta é preservar populações viáveis e não indivíduos. Para isto é preciso preservar habitats, e não indivíduos de cativeiro", afirma.

Para Santos, a clonagem "nunca poderá reconstituir uma população natural". "A maioria dos animais tem de aprender alguma coisa com seus pais selvagens, e isso não vai acontecer com os clones." Outra questão é a variabilidade genética, que é pouca ou inexistente nos clones. "Por várias razões, os clones ficarão nos zoos e outros tipos de criatórios", avalia o professor.

Lobo-guará e tamanduá-mirim do Zoológico de Brasília; pesquisador considera clonagem 'último recurso' 
(Foto: Divulgação/Jardim Zoológico de Brasília)

Fonte: G1

domingo, 14 de outubro de 2012

Morsa órfã será transportada para zoológico de Nova York

Filhote de 106 quilos, chamado Mitik, chega ao zoo na quinta-feira

Alaska Sea Life Center via The New York Times

Como é possível transportar um bebê de 106 quilos para a cidade de Nova York? Se ele é uma morsa de 15 semanas de idade, resgatada do mar aberto na costa do Alasca, a resposta é uma caixa tamanho jumbo à bordo de um jato de carga da FedEx, acompanhada por um veterinário e um cuidador.

"Se ele estiver calmo e confortável, não há porque se preocupar", disse Jon Forrest Dohlin, diretor do aquário de Nova York, que receberá o filhote morsa, chamado Mitik, nesta quinta-feira, dia 11 de outubro.

Mitik vai chegar em um momento importante para o aquário situado perto do calçadão de Coney Island, no Brooklyn. O aquário, parte da Sociedade de Conservação da Vida Selvagem, é apenas uma das várias instituições que exibem morsas nos Estados Unidos. Uma de suas duas morsas, Nuka, tem 30 anos de idade, uma veterana pelos padrões de vida de uma morsa.

Devido ao fato de morsas serem animais sociais, o aquário seria duramente pressionado para manter sua outra morsa, Kulu, de 17 anos de idade, caso Nuka morresse.

"Nossa preocupação é que nossa morsa mais idosa eventualmente irá morrer", disse Dohlin, "e nós realmente não queremos ter um animal solitário."

Desde o final de julho, Mitik e uma outra morsa órfã, Pakak, foram amamentadas com mamadeira e se exercitaram no Centro para Vida Marinha do Alasca, um aquário em Seward que realiza pesquisas e responde ao resgate de mamíferos marinhos. (Pakak, apelidado Pak, vai chegar ao zoológico de Indianápolis na quinta-feira, dia 11 de outubro). Mitik - ou Mit - estava fraco devido a uma doença e era consideravelmente menor do que Pakak quando foi encontrado por um navio de caça há vários quilômetros da costa. 

Mit inicialmente sofria de problemas na bexiga e não podia utilizar uma mamadeira, necessitando tanto de um cateter quanto um tubo de alimentação. Mas agora ele está sugando sem problemas uma mamadeira e engordando cerca de meio quilo por dia.

"Foi algo bastante improvisado durante algumas semanas", disse Tara Riemer Jones, presidente do Centro para Vida Marinha. "Eles estavam tratando-o para um monte de coisas diferentes."

No Aquário de Nova York na terça-feira, dia 09 de outubro, as futuras companheiras de Mit estavam deslizando para trás e para a frente, fazendo graciosas curvas em sua piscina de pedra - ou pelo menos com o máximo de graciosidade que criaturas deste tamanho conseguem fazer. Kulu pesa 580 quilos, e Nuka 850.

No entanto, as duas fêmeas não irão se encontrar com Mit por alguns meses. Ele vai passar os primeiros 30 dias em quarentena dentro da unidade de saúde do aquário.

"O período de quarentena pode ser estendido, porque ele está em período de amamentação e nós iremos ter que desmamá-lo", disse Dohlin, explicando que a alimentação de Mit irá começar a ser baseada em amêijoas, lula e arenque. Ele vai se juntar a exposição na próxima primavera, depois que ele tiver a oportunidade de conhecer e interagir com Kulu e Nuka.

Esta abordagem conservadora da sociedade resultou, em parte, de uma dolorosa perda em 2009, quando a única cria de Kulu - um macho nascido e criado no aquário - morreu após desenvolver uma infecção bacteriana.

"Nascimentos em cativeiro são extremamente raros e sua cria conseguiu sobreviver durante dois anos", disse Dohlin. "Foi esmagador."

Se, eventualmente as coisas esquentarem entre Mit e Kulu, no que seria decididamente um acasalamento entre Maio a Dezembro, ainda permanecerá sem resposta.

"Kulu é uma reprodutora comprovada", disse Dohlin. "Mas não é claro se ela ainda estará em idade reprodutiva. “ O intuíto desta operação é o salvamento de Mit. Ele é um filhote órfão, e nós temos espaço e tecnologia para ajuda-lo. É uma grande oportunidade para ele e ao mesmo tempo coincide com muitos de nossos objetivos. "

Por Lisa W. Foderaro

Fonte: IG

Cobras fêmeas que se reproduzem sem o macho são descobertas nos EUA

Uma espécie de parto virgem foi encontrado em vertebrados selvagens pela primeira vez

Uma espécie de parto virgem foi encontrado em vertebrados selvagens pela primeira vez, por pesquisadores americanos da Universidade de Tulsa, no Estado de Oklahoma.

Os cientistas encontraram fêmeas grávidas de víboras norte-americanas e analisaram geneticamente os filhotes, o que comprovou que elas são capazes de se reproduzirem sem o macho.

O fenômeno se chama partenogênese facultativa e só foi registrado antes em espécies criadas em cativeiro.

Os cientistas dizem que a descoberta pode mudar a compreensão atual sobre a reprodução animal e a evolução dos vertebrados.

Até hoje, pensava-se que era extremamente raro que uma espécie normalmente sexuada se reproduzisse assexuadamente.

Identificadas primeiro em galinhas domésticas, os "partos virgens" foram também registrados recentemente em algumas espécies de cobras, tubarões, lagartos e pássaros.

No entanto, tais nascimentos sempre aconteceram em cativeiro, com as fêmeas sendo mantidas longe dos machos.


NOVIDADES EVOLUTIVAS

Nascimentos virgens em vertebrados geralmente são vistos como "novidades evolutivas", segundo o professor Warren Booth, que conduziu o estudo questionando a ideia, divulgado na publicação científica Royal Society's Biological Letters.

Ele e seus colaboradores examinaram os nascimentos em populações de duas espécies de víboras norte-americanas já conhecidas e separadas geograficamente.

Em um dos grupos, uma em 22 cobras se reproduziu sem o macho. No outro, isso aconteceu com uma das 37 víboras.

"A frequência foi o que mais nos chocou. Isso quer dizer que entre 2,5 e 5% dos filhotes produzidos nestas populações podem resultar de partenogênese", afirmou Booth.

"Isso é bastante para algo que é considerado novidade na evolução."


COM OU SEM SEXO

Um parto virgem, ou partenogênese, acontece quando um óvulo cresce e se desenvolve sem ter sido fecundado pelo espermatozóide.

O fenômeno produz um filhote que tem somente o material genético da mãe e é relativamente comum em invertebrados como formigas, abelhas e pulgões.

A reprodução assexuada também acontece com algumas espécies de lagartos, mas ainda é rara em espécies vertebradas sexuadas.

Ainda não está claro se as víboras fêmeas escolheram ativamente se reproduzir desta forma ou se a partenogênese foi estimulada por outro fator, como um vírus ou uma infecção bacteriana.

No entanto, os pesquisadores dizem ser improvável que o mesmo aconteça também entre mamíferos placentários - cujos filhotes se desenvolvem em placentas dentro da mãe.

Isso porque os mamíferos dependem de um processo chamado carimbo genético para se reproduzirem, em que um conjunto de genes de um dos pais domina o outro.

A interação entre os dois materiais genéticos é essencial para que seus embriões se desenvolvam normalmente.

Fonte: UOL

Livro mostra o dia a dia do cachorro mais famoso da internet

Boo é um cachorrinho engraçado que faz sucesso na internet

Animais de estimação são muito fofos e todo o mundo tem vontade de fazer um carinho quando vê um. Toda vizinhança tem um cachorro, gato ou outro bicho muito bonitinho que todo mundo quer pegar no colo. Agora, imagine que esse bichinho de estimação tivesse cinco milhões de fãs!

Esse é o caso de Boo, um cachorrinho da raça Lulu da Pomerânia que ficou muito famoso depois que sua dona fez para ele uma página em uma rede social. O sucesso é tanto que ele ganhou até um livro chamado “Boo – A vida do cachorro mais fofo do mundo”. 

A obra é recheada de fotos engraçadas que mostram o dia a dia de Boo. As imagens mostram como o cachorrinho “escolhe” suas roupas, toma banho, as carinhas que faz para pedir comida e “dizer” obrigado. Além disso, dá para saber os lugares preferidos dele, como são seus aniversários, onde ele gosta de tirar uma soneca e como são seus passeios ao lado de seu amigo Buddy, que é um outro cachorro.

O livro tem legendas que parecem que foram escritas pelo próprio Boo. Mas na verdade, quem as escreveu foi J.H. Lee, a dona do cachorro mais fofo do mundo. Ela conta que resolveu criar a página na rede social para ele depois que Boo voltou da tosa com um "penteado" engraçado.

"Boo - A vida do cachorro mais fofo do mundo"
Idade: A partir de 3 anos
Editora: Rai 
Autor: J.H. Lee
Fotógrafa: Gretchen Lemaistre
Páginas: 80
Ano da edição: 2012

Fonte: UOL

Países precisam fazer mais para reduzir extinção até 2020

Apenas alguns países -incluindo França, Guatemala e Grã-Bretanha- até agora adotaram novos planos nacionais para combater ameaças como a poluição

Tigres lideram a lista de animais em risco de extinção: Cooper disse que muitos dos objetivos fixados para 2020 economizariam bilhões de dólares por ano

Oslo/Cingapura - Muitos países precisam fazer mais para diminuir a extinção de animais e plantas dentro das metas da ONU para 2020, que também economizariam ao mundo bilhões de dólares por ano, afirmam especialistas da ONU.

Apenas alguns países --incluindo França, Guatemala e Grã-Bretanha-- até agora adotaram novos planos nacionais para combater ameaças como a poluição ou as alterações climáticas, de acordo com um pacto estabelecido no Japão em 2010.

"Há muito mais a fazer", disse David Cooper, chefe da unidade científica, técnica e tecnológica no Secretariado da Convenção da ONU sobre Diversidade Biológica (CDB), em Montreal, à Reuters por telefone.

Quase 200 nações se reunirão em Hyderabad, na Índia, de 8 a 19 de outubro, para avaliar o progresso em direção às metas para proteger a vida na Terra, que os relatórios da ONU dizem que está sofrendo a maior onda de extinções desde o desaparecimento dos dinossauros há 65 milhões de anos.

Os governos concordaram em 2010 com 20 metas, incluindo eliminação progressiva dos subsídios prejudiciais e expansão das áreas protegidas, por exemplo, para salvar os recifes de coral valiosos que são viveiros para peixes ou para diminuir o desmatamento do Congo à Amazônia.

"Há um progresso substancial. É rápido o suficiente para atingir as metas até 2020 para a maioria deles? Provavelmente não", disse Cooper. A biodiversidade está ameaçada por um aumento projetado na população humana para 9 bilhões em 2050, de 7 bilhões agora.

"Nós precisamos de um aumento nas atividades", afirmou ele, como parte de uma série de entrevistas sobre as perspectivas para Hyderabad. A biodiversidade engloba tudo, desde alimentos à produção de madeira.

As nações também têm tido dificuldades para ratificar um protocolo que estabelece as regras para o acesso aos recursos genéticos, tais como plantas tropicais raras utilizadas em medicamentos, e formas de compartilhar benefícios entre empresas, povos indígenas ou governos.

Até agora, 92 países assinaram o Protocolo de Nagoya, mas apenas seis ratificaram, bem aquém dos 50 necessários para que ganhe força legal. A meta é que o protocolo esteja em pleno funcionamento até 2015.

Otimismo demais

"Estávamos um pouco otimistas demais", disse Valerie Normand, diretora sênior do programa para acesso e compartilhamento de benefícios na CDB, que disse que o Secretariado esperava que o protocolo pudesse entrar em vigor este ano. A expectativa agora é para 2014.

Cooper disse que muitos dos objetivos fixados para 2020 economizariam bilhões de dólares por ano, ao garantir que a agricultura, desmatamento ou pesca possam ser geridos de forma sustentável. Alguns pescados, por exemplo, têm sido explorados ao ponto de colapso.

Em Nagoya, especialistas estimam que o financiamento anual para salvaguardar a biodiversidade totalizou cerca de 3 bilhões de dólares por ano, mas alguns países em desenvolvimento queriam que aumentasse para cerca de 300 bilhões de dólares.

"Estes números são grandes, mas são triviais em comparação com os benefícios que estamos recebendo da biodiversidade. Se não agirmos, os custos serão muito maiores", afirmou Cooper.

Entre as preocupações, 32 por cento das raças de gado estão sob ameaça de extinção nos próximos 20 anos, diz a Organização para a Alimentação e Agricultura das Nações Unidas. E 75 por cento da diversidade genética das culturas agrícolas foram perdidas desde 1900.

Fonte: ABRIL

Vacas transgênicas produzem leite que não causa alergia

Cientistas conseguiram criar na Nova Zelândia uma vaca transgênica cujo leite não produz uma proteína que causa alergia em bebês. Como escrevem os autores do estudo publicado na revista científica americana "PNAS", "nos países desenvolvidos, entre 2% a 3% das crianças são alérgicas a proteínas do leite de vaca no primeiro ano de vida".

O estudo foi feito por cinco pesquisadores da empresa estatal de pesquisa AgResearch e da Universidade de Waikato, liderados por Goetz Laible.

A proteína que causa a alergia é conhecida como BLG, sigla para beta-lactoglobulina. Ela não existe no leite humano, mas é comum no leite de vacas e ovelhas.

Deu muito trabalho chegar à bezerra transgênica cujo leite não tem BLG. Foram necessários estudos em células; depois, em um modelo genético com camundongos; e, por fim, o teste com bovinos.

Existem fórmulas "hipoalergênicas" para bebês, mas o resultado não é perfeito: o leite pode ter gosto amargo, e o custo é elevado.

Tentar tirar os genes da BLG dos bovinos também não deu certo. A equipe de Laible resolveu usar outra técnica de engenharia genética, usando a "interferência de RNA", método que usa um dos ácidos nucléicos para inibir a ação de certos genes.

Depois dos testes com células, foram testados camundongos que foram modificados para imitar a glândula mamária de uma ovelha (onde se produz a BLG). O "micro RNA" da técnica cortou em 96% a produção da proteína BLG.

Obviamente custa mais barato fazer os testes em células e em camundongos do que ficar produzindo bezerros e bezerras. Mas, uma vez demonstrado que a coisa funcionava, o próximo passo foi partir para criar um bovino transgênico _claro, uma fêmea.

Foram clonados 57 embriões e o resultado foram cinco gestações; uma resultou em uma fêmea, mas que nasceu sem a cauda... Mas o problema parece estar ligado à técnica de clonagem, não à modificação da proteína do leite.

Apesar de ser uma mera bezerra, com o uso de hormônios foi possível fazê-la lactar. A bezerra transgênica não tinha a proteína BLG, mas tinha maior índice de outras, as caseínas, no seu sangue.

Não se sabe muito sobre o papel da BLG, sua função biológica. Os estudos são difíceis por que não há modelos em camundongos capazes de produzir bons resultados. Mesmo a técnica de "interferência de RNA" ainda é algo novo nos estudos com animais de pecuária.

Como os autores admitem, ainda falta muito estudo para se ter vacas transgênicas produzindo o leite que se deseja.

Fonte: FOLHA

sábado, 13 de outubro de 2012

A história do leão Christian

Então pessoal essa história eu já havia visto a muito tempo, dai hoje estava lembrando dela e para quem não conhece está ai.


Caramba que pum hein

Certo dia você resolve ir ao zoológico ver a beleza dos animais e como eles são tão fofinhos quando você da de cara com uma cena dessa.


Tartaruga chinesa que urina pela boca surpreende cientistas de Cingapura

A espécie é encontrada em águas pantanosas e salobras da Ásia Oriental

Cientistas, mais de um século atrás, sugeriram que os tecidos aveludados funcionariam de forma semelhante a brânquias nos peixes

Os biólogos ficaram inicialmente intrigados com o comportamento das tartarugas porque, apesar de usar seus pulmões para respirar, os animais, muitas vezes, mergulhavam a cabeça na água por longos períodos.

Ao observar o comportamento do animal e testar a água, acabaram descobrindo que o réptil havia excretado pela boca uma quantidade de urina muito superior à excretada pela cloaca. E, no longo período embaixo d'água, enxaguavam a boca.

A descoberta se soma a pesquisas anteriores, que sugeriam que as tartarugas têm tecidos da boca altamente especializados.

O professor Ip Yeung Kwon e seus colegas da Universidade Nacional de Cingapura publicaram o estudo no Journal of Experimental Biology.

A espécie Pelodiscus Sinensis é encontrada em águas pantanosas e salobras, e é nativa de grande parte da Ásia Oriental. Suas bocas incomuns foram discutidas pela primeira vez por cientistas mais de um século atrás, quando pesquisadores sugeriram que os tecidos aveludados funcionariam de forma semelhante a brânquias nos peixes.

Os biólogos teorizaram que o tecido da boca poderia ter o papel de filtrar oxigênio e sal, mas, de acordo com Kwon, esse processo não estaria "bem definido".

No seu conjunto, as tartarugas respiram da mesma maneira que a maioria dos outros membros da família quelônio, que inclui jabutis, tartarugas e cágados.

Mergulhos de até 100 minutos

As tartarugas respiram puxando ar para os pulmões, mas observações da espécie mostraram que esses animais ocasionalmente submergem a cabeça na água por até 100 minutos.
Kwon e seus colegas trouxeram uma tartaruga para o laboratório para estudar como elas não se afogavam e investigar o que mais poderia estar acontecendo.

— Ao longo do período de estudo, a taxa de excreção de ureia através da boca foi significativamente maior, de 15 a 49 vezes, do que através da cloaca.

O movimento rítmico da garganta da tartaruga, sem falar, de fato, respirando durante estes períodos submersos.

Os cientistas também analisaram como a química da água mudou e encontraram aumento dos níveis de ureia. A maioria dos vertebrados expulsa ureia através da urina — filtrada nos rins.

Em tartarugas, a ureia é descartada pela cloaca, o único orifício usado para descarte de resíduos e reprodução.

— Estes resultados indicam, pela primeira vez, que movimentos da boca e da garganta estavam envolvidos na excreção de ureia.

Kwon disse à BBC que a capacidade de descartar resíduos através da boca é exclusiva desta espécie. Mas ele sugeriu que a capacidade poderia ser evolutivamente ligada à forma como alguns mamíferos, como morcegos, bovinos e caprinos, "reciclam" nitrogênio, excretando ureia através de sua saliva.

— Ficamos muito surpresos com nossos resultados, porque é geralmente aceito que o rim é responsável pela excreção de ureia em vertebrados - exceto peixes.

Tartarugas chinesas de casca mole são uma iguaria em muitas partes da Ásia e são criadas extensivamente. Uma pesquisa recente em 684 fazendas na China sugeriu que 91 milhões de tartarugas são vendidas a cada ano.

No entanto, as populações selvagens são classificadas como "vulneráveis" pela União Internacional para a Conservação da Natureza.

Fonte: R7

No Dia das Crianças, Zilu Camargo mostra seu "bebê"

Ex-mulher de Zezé di Camargo exibe cachorrinho na web

Zilu derreteu corações de seguidores com foto de cachorrinho

Os filhos já cresceram, o neto está longe, e sobrou a Zilu Camargo comemorar o Dia das Crianças com o "bebê" cachorrinho. Nesta sexta-feira (12), a ex-mulher do cantor Zezé di Camargo publicou uma foto do filhote no Instagram e derreteu corações na rede social.

Na legenda, Zilu deixou claro o carinho que sente pelo filhote de spitz alemão.

— Meu bebê.

Zilu já havia publicado foto com o cachorrinho no Instagram, e o filhote não é o único a fazer companhia à recém-separada em Miami. Ela tem outro cão, adulto e de outra cor, mas da mesma raça.

Fonte: R7

Olha ai pessoal a Rafinha justus com coelhinho Cotonete

Rafinha Justus ficou toda agarradinha com o coelho Cotonete, seu chamego

Rafaella Justus foi passar o feriado no sítio da família e encontrou seus coelhinhos de estimação.

A filha de Ticiane Pinheiro e Roberto Justus não resistiu à fofura dos animais e já os pegou no colo.

Mãe coruja, Tici postou em seu Instagram uma foto de Rafinha agarrada a Cotonete, um dos coelhinhos da família.

Fonte: R7

Nova espécie de macaco com juba é encontrada na África

Uma nova espécie de macaco foi encontrada na África. É apenas a segunda espécie de primata a ser identificada em 28 anos, de acordo com cientistas.

O primata foi descoberto na República Democrática do Congo, onde ele é conhecido como ''lesula''.

Uma nova espécie de macaco foi encontrada na África - BBC

Dois rios, o Congo e o Lomani, separam o habitat da espécie de seus dois primos mais próximos.

Ambientalistas afirmam que a descoberta ressalta a necessidade de proteger a vida selvagem na Bacia do Congo.

A descoberta foi divulgada na publicação científica especializada online Public Library of Science.

ENGAIOLADO

O primeiro contato que cientistas tiveram com o macaco foi quando eles encontraram uma fêmea jovem, mantida em uma gaiola por um professor de escola primária, na cidade de Opala.

O animal agora está sob cuidados de um instituto especializado e sendo monitorado por cientistas.

Seis meses depois de encontrar o animal preso, especialistas conseguiram achar outros primatas da espécie no ambiente selvagem.

''Quando demos início às nossas investigações, não sabíamos o quão importante do ponto de vista biológico seriam as nossas descobertas'', afirma John Hart, da Fundação Lukuru, que comandou o projeto.

''Não esperávamos encontrar uma nova espécie, especialmente entre um grupo tão conhecido como os macacos guenon africanos'', acrescenta o pesquisador.

No documento que descreve os animais, os cientistas detalharam seus traços distintos: "Uma juba de longos fios loiros rodeando um rosto pálido e nu com um focinho com uma faixa cor de creme vertical''.

ROSTO PECULIAR

O rosto desnudo do lesula é diferente do rosto negro e peludo do parente mais próximo do animal.

O primata ganhou o nome científico de Cercopithecus lomamiensis, em homenagem ao rio Lomani, localizado na região de seu habitat natural.

Os pesquisadores acreditam que o animal viva em uma área de cerca de 17 mil quilômetros quadrados na região central da República Democrática do Congo.

Os especialistas temem que devido ao fato de a espécie viver concentrada em uma mesma região ela poderia estar mais ameaçada por ações predatórias, como a prática da caça para usar sua carne como alimento.

O antropólogo Andrew Burrell, da Universidade de Nova York, disse à BBC que ''a descoberta pode representar talvez a primeira desta floresta notável, mas pouco conhecida na parte central da República Democrática do Congo, uma região de grande diversidade de primatas''.

Fonte: FOLHA

Lagartos de estimação 'chocam' menino britânico com 91 filhotes

Um menino britânico, de nove anos, ficou ''chocado'' ao ver que seus filhotes de lagarto fêmea de estimação botaram 91 ovos e que todos eles geraram filhotes.

Ben Whitaker, da cidade de Royston, na Grã-Bretanha, vinha tentando fazer com que seus bichinhos dessem cria desde o verão deste ano.

Mas o menino de 9 anos se disse surpreso ao ver que as duas fêmeas tinham chocado tantos ovos, mas afirmou que o feito extraordinário renderá restrições por parte de seus pais.

''Eu acho que minha mãe não vai mais deixar que eles tenham filhotes'', afirma Ben.

Ben Whitaker com seu lagarto fêmea de estimação - Caters

GASTOS

Agora, os pais do menino estão tendo de gastar em média 6 libras (R$ 19,5) por dia para alimentar e cuidar de todos os mais de 90 animais, que comem grama, alface e minhocas.

A família vai tentar vender os filhotes, mas os animais só podem receber um novo lar após terem completado seis semanas de idade.

Foto dos filhotes de lagarto fêmea - Caters

Joanne Whitaker, a mãe de Ben, conta que mesmo depois de ter visto os 91 ovos, ninguém acreditava que todos seriam chocados.

Os répteis podem alcançar até 30 centímetros de comprimento.

Fonte : FOLHA

Morre o biólogo Keith Campbell, um dos 'pais' da ovelha Dolly


Britânico morreu na sexta passada, mas anúncio foi feito nesta quinta (11).
Campbell fez mais de 60% da pesquisa que levou à clonagem do mamífero.

O biólogo britânico Keith Campbell, um dos "pais" da ovelha Dolly, morreu na sexta-feira passada aos 58 anos, segundo informou nesta quinta-feira (11) um porta-voz da Universidade de Nottingham, no leste da Inglaterra, onde Campbell era doutor.

O especialista em microbiologia foi um dos quatro membros da equipe do Instituto Roslin de Edimburgo, na Escócia, que em fevereiro de 1997 anunciou o nascimento da ovelha Dolly, o primeiro mamífero clonado a partir de células adultas de um exemplar de 6 anos.

Embora a clonagem de Dolly fosse liderada pelo embriologista inglês Ian Wilmut, mais de 60% da pesquisa são atribuídos a Campbell.

Imagem de 25 de fevereiro de 1997 mostra a ovelha Dolly aos 7 meses na Escócia 
(Foto: Paul Clements/AP)

Em 2008, Wilmut foi condecorado pela rainha Elizabeth II como cavaleiro do Império Britânico por suas contribuições à ciência, embora um ano depois ele tenha admitido que a maior parte da pesquisa foi mérito de Campbell.

Desde o nascimento de Dolly – que foi sacrificada em fevereiro de 2003, aos 6 anos, por apresentar sinais de envelhecimento precoce e problemas pulmonares, em uma tentativa de evitar um sofrimento maior –, a clonagem animal avançou rapidamente e, até hoje, foi clonada uma grande variedade de mamíferos, como ovelhas, porcos, cabras, cavalos, cachorros e gatos.

Dois anos antes de o mundo conhecer Dolly, Campbell liderou a pesquisa que levou ao nascimento dos bezerros galeses Megan e Morgan, os primeiros mamíferos a serem clonados a partir de células-tronco embrionárias.

No anos 1980, o biólogo escocês ingressou no Marie Curie Institute, instituição que lhe concedeu uma bolsa de estudos para pesquisar os mecanismos de crescimento e diferenciação celular relacionados ao câncer, pelos quais se mostrou cada vez mais interessado.

Desde 1999, Campbell, que chegou a somar mais de 30 anos de experiência científica, dava aulas de desenvolvimento animal na universidade de Nottingham, na qual desenvolveu suas pesquisas sobre o processo de clonagem e reprogramação celular.

Fonte: G1

Pelos ajudam elefantes a resfriar corpo e eliminar calor, diz estudo

Pelos esparsos ajudam a melhorar controle de calor em 5%, diz pesquisa.
Descoberta sugere que pelo em elefantes pode ser característica evolutiva.

Um estudo realizado pela Universidade Princeton, nos Estados Unidos, concluiu que os pelos dos elefantes ajudam os animais a controlar e reduzir a temperatura corporal.

A perda de calor é importante para estes seres, que costumam habitar ambientes quentes, possuem grande tamanho e consequentemente grande superfície de pele, segundo a pesquisa, publicada no periódico "PLoS One" nesta quarta-feira (10).

Para chegar ao resultado, os cientistas analisaram áreas com pelos e sem pelos em diversas partes do corpo de elefantes africanos e asiáticos. Os índices de calor nestas áreas foram monitorados, assim como a variação da rigidez da pele dos paquidermes.

Elefante se molha e atinge tratador em região da Tailândia (Foto: Sukree Sukplang/Reuters)

Cruzando os dados obtidos com cálculos matemáticos, os pesquisadores concluíram que a cobertura de pelos melhora em 5% a habilidade de controle da temperatura dos elefantes em todas as situações de calor estudadas. Já a melhora "é de 23% para situações com pouco vento, quando a necessidade de termoregulação é ainda maior", afirmam os cientistas no estudo.

Pelos nas costas de elefante asiático (à esquerda) e na cabeça de elefante africano (à direita) 
(Foto: Reprodução/"PLoS One")

Os elefantes possuem quantidades de pelo curto espalhadas por partes do corpo, de acordo com os cientistas. O estudo sugere que, ao contrário do aquecimento causado por uma cobertura densa de pelos em um animal, há um ponto de inflexão para seres em que os pelos crescem de forma esparsa, como no caso dos elefantes. Nestes animais, os pelos ajudam a liberar o calor do corpo ao invés de retê-lo, diz a pesquisa.

"Os resultados demonstram que a presença de pelos aumenta o coeficiente de transferência de calor de um elefante. É, por isso, um mecanismo de termoregulação", ponderam os pesquisadores no estudo. Eles ressaltam não ter notícia de outro exemplo de pelos em animais com estas características.

A descoberta propõe que a presença dos pelos em elefantes pode ser uma característica evolutiva, levando em conta que os paquidermes "têm mais necessidade de perder calor do que qualquer outro animal terrestre", detalham os cientistas na pesquisa.

Fonte: G1

Censo de animais em reserva do Acre ajuda a combater caça na região

Armadilhas fotográficas registraram centenas de bichos na Amazônia.
Objetivo é demarcar área para proteção efetiva de animais silvestres.

Armadilhas fotográficas instaladas no interior da reserva extrativista Alto Parauacá, no Acre, registraram mais de 1.500 animais que vivem na floresta amazônica, sendo que 908 são mamíferos de médio e grande porte de 22 diferentes espécies – algumas ameaçadas de extinção.

As fotos fazem parte do primeiro censo de animais que pesquisadores da Universidade Federal do Acre (UFAC) e do grupo de pesquisa sobre comunidades tradicionais do Instituto Chico Mendes (ICMBio) realizam no local, com o objetivo de avaliar a criação de uma área protegida de ações como desmatamento e caça predatória, que ameaçam a biodiversidade da região.

De acordo com Rosenil Dias de Oliveira, coordenadora do projeto "Caça de subsistência", na reserva é possível encontrar espécies como o veado-vermelho, a onça-vermelha, além da anta, o tamanduá-bandeira e a onça-pintada (os três últimos correm risco de desaparecer da natureza).

Exemplar de onça-vermelha (Puma concolor) é fotografado por armadilha instalada em reserva na floresta amazônica (Foto: Divulgação/André Botelho)

A investigação científica, que ainda está em andamento, analisa o impacto da caça para subsistência de 348 famílias que vivem no interior da reserva, e quer conhecer melhor como essas pessoas utilizam os animais amazônicos para fins medicinais.

Ela afirma que moradores da área caçam também para extrair dentes de bichos como a queixada e o veado. “A presa da queixada é utilizada para a produção de chás que, segundo a cultura tradicional, curam pneumonia. Já o dente do veado serve para produzir um chá que fortalece o dente de bebês”, explica a pesquisadora.

“Queremos descrever toda essa função cultural, além de mapear a área que funcionará como refúgio das espécies silvestres, colocando restrições para as famílias e aumentando a fiscalização contra a caça predatória”, explica.


A reserva, que tem 1.600 km² (área pouco maior que o tamanho do município de São Paulo), e sofre constantes invasões de moradores da região em busca dos recursos da floresta.

Rosenil afirma que muitos animais são capturados e vendidos, prejudicando o equilíbrio das espécies. Segundo ela, o estudo vai traçar alternativas de como gerir melhor a reserva e quais são as principais áreas que devem receber uma maior fiscalização.

No período noturno, as câmeras registraram um bicho-preguiça se arrastando pelo chão (Foto: Divulgação/André Botelho)

Fonte: G1

Cobra de 10 metros e 140 quilos é encontrada no interior de SP

Cobra estava em uma propriedade rural, próxima a um córrego.
Polícia Militar precisou de carro especial para transportar a sucuri gigante.

Uma cobra gigantesca foi encontrada em um sítio de Nova Aliança (SP) neste sábado (13). Com aproximadamente 10 metros de comprimento e 140 quilos, ela foi encontrada por um produtor rural, que acionou a Polícia Ambiental da cidade.

A cobra, da espécie sucuri, estava em um córrego perto de uma plantação de hortaliças. Ao ver o animal, o produtor rural pediu ajuda dos Bombeiros. Uma gaiola foi usada para capturar a cobra, que havia acabado de comer um animal da propriedade.

A Polícia Ambiental foi acionada, precisou chamar reforços e trocar o veículo que usavam, devido ao peso do animal, que era maior e mais pesado do que pensavam. Ela foi levada para São José do Rio Preto (SP), onde será analisada e posteriormente solta em uma reserva de Palestina (SP).

Cobra assustou por tamanho gigantesco (Foto: Divulgação / Corpo de Bombeiros)

Produtor rural e Bombeiros imobilizaram sucuri (Foto: Divulgação / Corpo de Bombeiros)

Fonte : G1

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Tubarão-touro tem a mordida mais forte entre os tubarões, diz estudo


Cientistas americanos e alemães examinaram força de mordida de 13 espécies.

Um estudo de cientistas de uma universidade da Flórida, nos Estados Unidos, concluiu que o tubarão-touro (também conhecido como tubarão-de-cabeça-chata) tem a mordida mais forte entre as espécies de tubarão.

A pesquisa foi realizada por cientistas da Universidade do Sul da Flórida em Tampa e por pesquisadores nos Estados Unidos e na Alemanha.

A conclusão foi que, em relação ao tamanho do corpo, os tubarões-touro (Carcharhinus leucas) têm a mordida mais forte (cerca de 6.000 newtons de força), superando inclusive tubarões maiores.

Esta espécie tem, em média, mais mais de 2 metros de comprimento, mas, em alguns casos, pode ultrapassar os 3 metros.

Maria Habegger, bióloga da Universidade do Sul da Flórida, examinou a força da mordida de 13 espécies de tubarões e de outros peixes parecidos.

'Tubarões-touro mordem com mais força do que um grande tubarão-branco e um tubarão-martelo', afirmou a bióloga.

Os detalhes da pesquisa foram publicados na revista especializada 'Zoology'.

Pesquisas anteriores mostravam que tubarões grandes tinham mordidas fortes.

'Esperamos mordidas fortes em tubarões maiores, que ocupam o topo da cadeia alimentar, por exemplo, o tubarão-martelo, o grande tubarão-branco', disse Habegger à BBC.

'Estas espécies geralmente atacam presas grandes como golfinhos, tartarugas e outros tubarões, então são esperadas mordidas fortes devido às exigências mecânicas para este tipo de presa.'

No entanto, a pesquisa também mostrou que espécies menores, como a quimera (Hydrolagus colliei), um parente pequeno do tubarão, tem muita força na mordida, talvez pelo fato de se alimentar de moluscos e caranguejos.

'Então, às vezes, o tamanho é enganador. Apesar de tubarões maiores terem valores mais altos de força de mordida, o valor relativo de força de mordida é o que importa', afirmou.

Os cientistas dissecaram as espécies estudadas e analisaram os músculos das mandíbulas para descobrir a força deles, quando a mandíbula é fechada.

Foram usadas ainda técnicas matemáticas para remover o efeito do tamanho do corpo na mordida e, assim, fazer uma comparação mais justa entre as espécies.

Com esta metodologia, o resultado foi que os tubarões touro tem o maior valor de força de mordida entre todos os estudados.

Mistério

Os pesquisadores ainda não descobriram a razão exata de esta espécie ter uma mordida tão forte.

'Pelo que sabemos, não há necessidade de valores (de força de mordida) tão altos para romper pele de peixe ou mesmo para quebrar um osso', disse a bióloga.

Uma das causas pode ser o fato dos tubarões-touro habitarem águas turvas.

'Em um ambiente com pouca visibilidade, capturar a presa pode ser mais difícil do que em mar aberto. Então, quando você captura uma presa entre as mandíbulas, segurá-la é crucial para não perder a refeição', especula Habegger.

Tubarão-touro (Foto: BBC)
Tubarão-touro (Foto: BBC)


Fonte: G1

Leoa faz 'carinho' em filhote órfão de antílope em reserva de Uganda

Fera havia matado a mãe do animal momentos antes de ele aparecer.
Segundo jornal, instinto maternal de leoa impediu a morte de antílope.

Uma cena impressionante foi presenciada pelo fotógrafo Adri De Visser, de 50 anos, em uma reserva natural de Uganda, na África. Um filhote de antílope foi “adotado” por uma leoa que havia acabado de devorar a mãe dele.

De acordo com o jornal britânico “Daily Mail”, o fotógrafo presenciou o momento em que o filhote surgiu do meio do matagal em frente à leoa que, em vez de devorá-lo, teve seus instintos maternais aflorados. A fera tentou afastar o antílope com rugidos, mas ele não se intimidou.

Em alguns momentos a leoa pareceu acariciar o pequeno antílope, mas na verdade batia levemente nele para que o filhote se afastasse, até que o pegou pela boca, carregando-o para outra área como se fosse um de seus filhotes.

Mais tarde, segundo turistas relataram ao jornal britânico, o mesmo filhote foi visto correndo indefeso pelo parque selvagem de Uganda.

Momento em que a leoa parece acariciar filhote de antílope, quando, na verdade, tentava fazer o filhote se afastar (Foto: Caters)


Fonte: G1

Cadela tem ninhada de 17 filhotes na Alemanha, diz jornal

Segundo jornal, todos os cãezinhos sobreviveram.
'O normal é ter de 10 a 12', afirmou veterinário.

Uma leitora do tabloide alemão "Bild" mandou ao jornal fotos de uma ninhada de 17 filhotes da raça Rhodesian Ridgeback (também conhecida como leão da Rodésia), que a cadela Amira, de 18 meses, teve em sua casa. A dona precisou tirar dois meses de férias para alimentá-los dia e noite.

"É uma maravilha. Todos sobreviveram" , comentou Nelli Gödecke, da cidade de Elze, na Baixa Saxônia. O diário ainda consultou um veterinário, que confirmou se tratar de um número acima da média. "É uma ninhada incomum. O normal, na média, é de 10 a 12 filhotes", avalia Michael Fehr, da Clínica de Animais Domésticos de Hanover.

Site do 'Bild' mostra a mãe Amira com seus filhotes (Foto: Reprodução)

Fonte: G1

Estudo derruba mito de recriar dinossauros com DNA fossilizado

Material genético não sobrevive a mais de 6,8 milhões de anos.
Filme de Steven Spielberg, 'Parque dos Dinossauros', aborda possibilidade.

Cientistas da Universidade Murdoch, da Austrália, descobriram que o DNA encontrado em material fossilizado não sobrevive a mais de 6,8 milhões de anos o que torna "altamente improvável" a extração de material genético de dinossauros para recriá-los na atualidade.

O estudo, publicado na última edição da revista da academia de ciências britânica, pode derrubar o mito que nascem com o filme "Parque dos Dinossauros", lançado em 1993 pelo diretor Steven Spielberg.

Na obra de ficção científica, o DNA dos dinossauros poderia ser extraído de mosquitos preservados em âmbar durante milhões de anos. Tais informações genéticas ajudariam na reconstrução de cromossomos dos répteis pré-históricos para reproduzi-los.

Em entrevista ao jornal australiano "Sydney Morning Herald, o cientista Mike Bunce, um dos autores da investigação, afirma que desde a década de 1990 o mito de recriar dinossauros permaneceu forte.

Réplica de dinossauro gigante. Estudo afirma que é impossível coletar material genético fossilizado há mais de 65 milhões de anos (Foto: Divulgação / Expo Mundo Jurássico)

Para conhecer a viabilidade do experimento, Bunce e seu colega, Morten Allentoft, decidiram estudar o período de sobrevivência do DNA a partir dos restos de 158 moas, uma espécie de ave gigante já extinta e que vivia na Nova Zelândia.

A partir dessa experiência, os pesquisadores descobriram que o DNA sobrevive em fragmentos ósseos por "apenas" 6,8 milhões de anos, se for conservado a uma temperatura de -5 ºC. De acordo com os pesquisadores, condições ambientais como temperatura, ataques microbianos e oxigenação também afetam o processo de decadência do DNA.

No entanto, o cientista australiano disse que é provável que se possa extrair uma quantidade significativa de material genético de restos fósseis com cerca de 1 milhão de anos, que estejam conservados em ambientes gélidos.

Ainda assim, existem outras dificuldades para extrair o DNA de insetos conservados em âmbar, já que eles tendem a desintegrar-se devido a seu estado de decomposição e o material costuma estar contaminado e incompleto.

Fonte : G1

Dia das Crianças

Feliz Dia das Crianças para todas as crianças que leem meu blog, aproveitem bem a vida, brinquem bastante, mas sempre com juízo e responsabilidade.
E para comemorar esse dia especial separei algumas fotos de um filhotinhos brincalhões.











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Casal mineiro faz cadeiras de rodas e devolve vida a animais deficientes


Quando a médica Mônica Machado soube de um cãozinho que não conseguia andar por paralisia, ela comprou uma máquina de costura só para fazer as cadeirinhas de rodas para ajudar cães deficientes.

O marido e ela fazem tudo de graça. Para elaborar, eles usam canos de PVC e algodão no suporte do corpo. Espie nas fotos abaixo. Cada cadeirinha tem um custo de R$ 50, mas o humano só paga o envio pelo correio.

— Faço para ajudar, por amor. Foi uma emoção ver esse cãozinho voltar a correr.

A única dificuldade desta humana especial, que mora em Lagoa da Prata, interior de Minas Gerais, é achar rolamento.

— Aqui não encontro. Quem puder mandar o rolamento, por favor me mande, assim a cadeirinha fica leve e confortável. Prefiro que me mande o equipamento, do que me dê dinheiro.

Eles já entregaram 20 cadeirinhas, e a fila de espera já passa dos 50. Mas ela atende todos com muito amor. Quem precisar de uma, pode escrever para os e-mails: moumenezes@yahoo.com.br e monicadeirinhas@gmail.com

Ter duas ou quatro patas funcionando não nos faz diferença. O amor sim, esse nos faz diferença. E muita!

Obrigada, tia Mônica.



Fonte: R7

Voltei

Olá Pessoaaall, tive que ficar afastada um tempo mas voltei pra atualizar vocês.
Pra comemorar olha ai meu bebê, a Ivie, ela é uma lhasa apso.

Essa é quando ela estava tosada tipo leãozinho.

 Agora ela tosada e toda largadona na caminha dela.


quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Motivo da pausa do blog

Nosso blog noticiáio animal está parado por motivos de reforma.
Logo logo estaremos postando mais.