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quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Tigre e outros animais se divertem com abóbora de Halloween

Os animais dos zoológico de Londres se mostraram bastante animados nesta terça-feira.

Jae Jae, o tigre, Maggie, a girafa, um grupo de suricatos e Raja, a dragão de Komodo, ganharam uma abóbora de Halloween e parecem ter gostado do presente.

Jae Jae, um tigre de Sumatra que tem quatro anos, mostra todo seu instinto selvagem e abocanha a abóbora no ar

E Raja, a dragão de Komodo? Tentou morder a abóbora, mas teve dificuldades

Os suricatinhos ficaram um pouco intimidados com a bola laranja comestível

Maggie, a girafa, aproveitou para dar um beijinho. Ela é muito carinhosa...

Fonte: FOLHA

Labrador da PM é ameaçado de morte pelo tráfico por faro aguçado

Recordista em farejar armas e drogas em favelas cariocas, Boss ("chefe", em inglês), um labrador de cinco anos do Batalhão de Ações com Cães da PM, virou o inimigo nº 1 dos traficantes.

O cão é responsável por apreensões de uma metralhadora antiaérea calibre.30, capaz de derrubar aeronaves, um fuzil AK-47, pistolas, granadas e mais de meia tonelada de maconha, cocaína e crack, em favelas da zona norte.

A PM afirma que Boss foi ameaçado de morte por traficantes que ordenavam por rádio que se atirasse no cão, logo após a ocupação policial no Complexo de Manguinhos (zona norte), no último dia 14.




"A gente costuma entrar em todas as comunidades com radiotransmissores para pegar a frequência dos traficantes. Foi aí que a gente ouviu 'pega o marronzinho, pega o marronzinho'. Fizemos um perímetro maior de segurança dele para protegê-lo de um possível ataque", disse o tenente Daniel Resende Aguiar, que comanda as operações com cães em favelas.

Segundo ele, o procedimento é fazer a segurança do animal num perímetro de 360 graus. Ele diz que Boss passou a ser temido por desvendar esconderijos inusitados.

No domingo, o labrador localizou 300 kg de maconha numa parede falsa, dentro de uma casa vazia em Manguinhos. Ontem, achou dois sacos com a droga na beira de um valão e numa casa abandonada, na mesma comunidade.

Segundo Aguiar, é a primeira vez que o batalhão registra ameaças contra um cão. Ele diz que nunca nenhum animal morreu em combate. No total, a PM do Rio tem oito cães farejadores.

Fonte: FOLHA

Coruja rara é registrada em fazenda no interior de São Paulo


Especialista afirma que espécie de coruja caburé-acanelado não é da região

Hábitos desta espécie são desconhecidos da ciência ( Divulgação/UNESP )

Um casal de caburé-acanelado, coruja rara de peito amarelado, foi registrado e monitorado por pesquisadores em duas fazendas da empresa Duratex, no município de Lençóis Paulista, no centro-oeste do Estado de São Paulo. As aves iniciavam o ciclo reprodutivo quando foram avistadas, no final de 2011. A espécie não era conhecida na região, segundo o pesquisador Flávio Ubaid, especialista em aves do Instituto de Biociências da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Botucatu. "Os registros mais próximos estão a mais de 150 quilômetros. Também realizamos novos registros na região de Franca e no sudoeste de Minas Gerais", explicou. 

Ele acredita que o registro preenche uma lacuna considerável na área de ocorrência do caburé. O achado levou Ubaid a publicar, em parceria com os pesquisadores Fábio Maffei, Guilherme Moya e Reginaldo Donatelli, artigo na revista The Bulletin of the British Ornithologists' Club, conceituada publicação inglesa de ornitologia. 

Caburé-acanelado é o nome popular da espécie Aegolius harrisii , uma ave de rapina da família dos estrigídeos, a mesma das corujas. A ave mede 20 cm de comprimento e habita bordas de matas. Embora existam diversos registros de sua presença em vários locais do Brasil, os hábitos dessa espécie são pouco conhecidos. Os pesquisadores vão retomar as observações ao casal na primeira semana de novembro, quando as aves reiniciam o ciclo de reprodução.

Fonte: IG

Ar seco exige cuidados especiais com os animais de estimação

Umidade baixa do ar pode favorecer o aparecimento de doenças oportunistas

Com a baixa umidade do ar, os pets precisam de hidratação extra

Com a umidade relativa do ar tão baixa a essa época do ano, todos precisam de cuidados especiais.

Todos nós humanos... E também nossos bichos de estimação.

Entre outros problemas, o ar seco, e consequentemente o aumento da poluição, podem favorecer o aparecimento de doenças oportunistas, fazendo com que os animais domésticos sofram de alterações respiratórias, como por exemplo, a bronquite e a asma.

Em cachorros e felinos mais ativos, até mesmo um sangramento nasal pode aparecer.

Para prevenir e amenizar esses desconfortos em cães e gatos, o médico veterinário e oncologista Bruno Baetas deu algumas dicas - que você pode colocar em prática a partir de agora na sua casa:

- Deve-se manter [os pets] muito hidratados, principalmente após exercícios físicos, como caminhadas. É importante lembrar que os horários recomendados para passeios e exercícios são sempre o início da manhã e o final da tarde, quando o tempo está menos quente.

Outras dicas do doutor são fundamentais para que o seu pet se sinta bem nesta época do ano, como levar água durante os passeios com seu bichinho, manter água fresca e abundante sempre à disposição dos animais e diminuir a carga de exercícios físicos nos dias mais secos.

Quanto à alimentação, ainda de acordo com o médico, deve-se manter a dieta a qual o cão ou o gato estão acostumados, na quantidade normal - sem maiores novidades nesta época do ano. Para os cães que têm o costume de ingerir comida feita pelos proprietários, é bom evitar comidas gordurosas e com sal.

Frutas como melancia, maçã e pera, que possuem bastante teor de água, também são uma boa pedida para alimentar e hidratar os bichinhos.

Outra dica para estimular o consumo de líquidos é dar cubos de gelo aos pets. Doutor Bruno explica.

- Eles gostam de brincar [com os cubinhos] e com isso acabam se hidratando.

Além dos cubos de gelo, você pode preparar uma delícia boa para hidratar seu pet nesta época: o sorvete para bichinhos de estimação.

Fonte: R7

Tá calor? Faça sorvete para hidratar seus cães e gatos

Guloseima para pets é indicação de zootecnista para quem quer cuidar ainda melhor dos seus

Seu cachorro não precisa ir embora da cidade para não sofrer com o tempo seco

Nestes dias em que a umidade relativa do ar está baixa, não somos apenas nós humanos que sofremos. Os bichinhos de estimação também pedem cuidados especiais para não ficarem desidratados e expostos a doenças respiratórios.

Além de dar bastante água aos cães e gatos e não exigir muitos exercícios físicos dos pequeninos, existe uma guloseima que você pode preparar para manter seus pets sempre hidratados: o sorvete para cachorro.

A delícia – que pode ser servida para cachorros e felinos – é mais um incentivo para os animais beberem bastante água.

Quem nos ensinou esta receita foi a zootecnista e especialista em alimentação de cães e gatos Tula Verusca Pereira.

Aprenda a fazer.

Ingredientes:

250g de carne
1l de água

Modo de preparo:

Basta colocar para ferver os 250g de carne no litro de água. Deixe ferver bastante, até dissolver a carne completamente. Você pode ir acrescentando água se secar demais. Depois, é só colocar a mistura em forminhas de gelo e deixar no congelador até endurecer. Após congelados, os cubinhos podem ser servidos dentro da vasilha de água do seu cão (ou gato).

Se você preferir, pode trocar a carne por uma fruta de que se bicho goste bastante.

Fonte: R7

Projeto reúne cem britânicos com tatuagens de espécies ameaçadas

Fotos do 'ExtInked' estão em exibição na Grã-Bretanha até 10 de novembro.
Diretora diz ter interesse em trazer projeto de tatuagens para o Brasil.

Um projeto que une arte e ecologia no Reino Unido reuniu cem voluntários que fizeram tatuagens de espécies raras e ameaçadas de extinção no país, como pássaros, peixes, mamíferos, insetos e plantas britânicas nativas. Batizada de "ExtInked", a iniciativa foi fotografada e as imagens dos "embaixadores", como são chamados os voluntários tatuados, vêm sendo exibidas em exposições desde o ano passado.

A exposição está sendo realizada na cidade de Rugby, no interior da Inglaterra, até o dia 10 de novembro deste ano. As fotos já foram exibidas no Museu de Manchester, no Jardim Botânico Real de Edimburgo, na Escócia, e em outras cidades da Grã-Bretanha, e devem continuar a rodar pelo país no próximo ano.

Voluntária britânica faz tatuagem de planta ameaçada de extinção
(Foto: Divulgação/Tom Bing/"ExtInked")

'Embaixador' segura águia ameaçada de extinção na Grã-Bretanha; tatuagem reproduz animal
(Foto: Divulgação/Anatomy Projects/'ExtInked')

Consideradas raras ou ameaçadas de extinção na Grã-Bretanha, as espécies tatuadas incluem um tipo de cavalo-marinho (Hippocampus hippocampus), uma águia (Haliaeetus albicilla, conhecida na Grã-Bretanha como "águia do rabo branco"), um grande morcego europeu (Nyctalus lasiopterus), um tubarão (Isurus Oxyrinchus) e outros animais, além de plantas.

A seleção dos seres que viraram tatuagens foi feita com base na Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas da União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês), e contou com a ajuda de ONGs britânicas que atuam com preservação da fauna e flora. "As espécies que escolhemos são nativas da Grã-Bretanha, mas algumas podem ser encontradas em outros países. Elas são, no entanto, consideradas raras e em risco de extinção por aqui", disse Kate.

Após a elaboração da lista de animais e plantas, um artista plástico fez gravuras reproduzindo as cem espécies ameaçadas e organizou uma exposição - os visitantes foram convidados a se tornarem "embaixadores" e tatuarem os animais ameaçados. Foram aproximadamente 500 voluntários, dos quais cem acabaram escolhidos, segundo a diretora. Seus retratos integram a exposição "We are Extinked", que é realizada desde 2011.

A diretora do "ExtInked", Kate Houlton, disse ter "muito interesse" na hipótese de lançar o projeto no Brasil. "O seu país é certamente um local que gostaríamos de explorar", afirmou ela ao G1.

Fonte: G1

Sapo considerado extinto na natureza vai ser reintroduzido na Tanzânia

'Nectophrynoides asperginis' só existe em cativeiro desde 2009, diz IUCN.
Animais criados nos EUA serão libertados nesta semana no país.

Centenas de sapos da Tanzânia, de uma espécie considerada extinta na natureza (Nectophrynoides asperginis), vão ser liberados nesta semana em seu habitat natural no país africano, em uma ação integrada entre o governo tanzaniano e dois zoológicos americanos, segundo o jornal "Washington Post".

A espécie foi encontrada em 1996 nos arredores de cachoeiras na região de Kihansi, em uma pequena área de cerca de 0,02 km² (cinco acres, de acordo com a publicação).

A construção de uma barragem de hidrelétrica na região diminuiu ainda mais o habitat dos anfíbios e reduziu sua presença, segundo o jornal. O animal foi visto pela última vez na natureza em 2004, e é considerado extinto desde 2009 pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês).

Sapo natural da Tanzânia vai ser reintroduzido ao seu habitat (Foto: Divulgação/Julie Larsen Maher/WCS)

Segundo o jornal, o plano dos órgãos de conservação da vida selvagem dos zoológicos do Bronx e de Toledo, ambos nos Estados Unidos, é contar com ajuda do governo da Tanzânia para liberar os animais reproduzidos em cativeiro em Kihansi.

Segundo o "Washington Post", o projeto de conservação dos zoos começou há cerca de 12 anos, reunindo espécimes do sapo que ainda restavam na região. Além da destruição do habitat, pesquisadores atribuem a extinção do anfíbio à proliferação de um fungo, de acordo com o jornal.

Fonte: G1

Capivaras migram para entorno de usina hidrelétrica, em Porto Velho

Animais vivem acima da barragem da Usina de Santo Antônio.
Capivaras não estão em extinção e nem oferecem riscos, diz biólogo.

Capivaras migram para entorno do reservatório da Usina de Santo Antônio, em Porto Velho
(Foto: Divulgação/Alex Araújo)

Um grande número de capivaras tem migrado para o entorno do canteiro de obras da Usina Hidrelétrica de Santo Antônio, no Rio Madeira, em Porto Velho, desde o enchimento do reservatório. Os animais estão em uma área de floresta preservada e de mata abundante, localizada acima da barragem da hidrelétrica. A água tranquila e sem correntezas pode ser o motivo do aumento da presença dos animais, que vivem na interface de terra e água.

As capivaras vivem em áreas alagadas e se reproduzem em abundância. (Foto: Alex Araújo/Divulgação)

De acordo com o biólogo Alexandre Marçal, analista ambiental da concessionária responsável pela usina, a presença dos animais no canteiro de obras sempre foi comum. As capivaras costumavam migrar para o local na época da cheia do rio, quando a área alagava. "Com o enchimento do reservatório, pequenos braços e lagos permanentes se formaram no entorno, se tranformando em um ótimo ambiente para as capivaras", diz Alexandre.

O biológo detalha que a capivara convive bem com a presença humana e não oferece riscos a saúde e, que por este motivo, não será necessária a retirada dos animais do local. “Em algumas áreas do Brasil, há casos de transmissão de doenças, o que não é o caso das capivaras da região Norte”, salienta Marçal.

A capivaras não estão ameaçadas e também não oferecem riscos a quem circula no local, segundo biológo (Foto: Alex Araujo/Divulgação)

Segundo Alexandre, a concessionária não realiza o controle da presença dos animais no local, por se tratar de uma área onde não haverá mais obras. “A capivaras não estão ameaçadas e também não oferecem riscos a quem circula no local. Nunca vi casos de pessoas atacadas pelo animal”, diz o analista.

Não se sabe a quantidade de capivaras no local, mas a presença é grande e, por este motivo, placas sinalizando a circulação dos bichos no local foram colocadas para orientar motoristas e evitar acidentes. "Quando uma capivara é avistada, certamente haverá outras atrás, pois elas costumam circular em grandes bandos, por isso a atenção deve ser redobrada", finaliza Alexandre Marçal.

Animais andam sempre em bando (Foto: Alex Araujo/Divulgação)

Fonte: G1

Prefeitura tenta capturar jacaré visto em ciclovia de parque de Curitiba

Animal é visto nadando no lago do Parque Barigui e rastejando na ciclovia.
Na quarta-feira (30) prefeitura vai tentar resgatá-lo novamente.

Jacaré foi visto pela primeira vez no sábado (27) (Foto: Rodrigo Brito/RPC TV)

Uma equipe da Secretaria Municipal de Meio Ambiente tentou, sem sucesso, nesta terça-feira (30), retirar o jacaré que apareceu no Parque Barigui, em Curitiba. A intenção era levar o animal para o zoológico da cidade. A equipe, formada por três profissionais, tinha uma corda e uma vara para capturar o jacaré.

O réptil apareceu no parque no sábado (27).Ele foi flagrado rastrejando em meio às pessoas que se exercitavam.

A captura se tornou impossível porque o jacaré se escondeu embaixo de uma passarela do parque. Minutos depois, ele foi visto novamente. Nesta quarta-feira (31), biólogos e médicos veterinários farão uma nova tentativa. Segundo a prefeitura, a equipe estuda a melhor forma de retirar o jacaré do local.

Dois jacarés vivem no lago do Parque Barigui, um adulto e um filhote, que, de acordo com a prefeitura, não teriam parentesco. Uma equipe de biólogos da secretaria de Meio Ambiente monitora os dois animais. Em 2009, outro jacaré que ficava no parque foi capturado e levado para o zoológico.

Segundo a prefeitura, dois jacarés vivem no Parque Barigui (Foto: Rodrigo Brito/RPC TV)

A intenção é levar o jacaré para o zoológico de Curitiba (Foto: Rodrigo Brito/RPC TV)

Fonte: G1

Bombeiros resgatam bicho-preguiça em bairro no litoral de SP

Animal estava em uma rua do bairro Barranco Alto, em Caraguatatuba.
Bicho foi levado para o horto florestal da cidade após o resgate.

Bicho-preguiça se pendura em galhos em área do bairro Barranco Alto, em Caraguá. (Foto: Carlos Pereira)

Um bicho-preguiça foi encontrado por moradores do bairro Barranco Alto, em Caraguatatuba, na manhã desta terça-feira (29). A população acionou o Corpo de Bombeiros da cidade temendo algum acidente com o animal, que circulava em um trecho de mata próximo a um bairro residencial. O bicho-preguiça foi levado para o Horto Florestal de Caraguá, no bairro Rio do Ouro, por volta das 12h.

Animal caminha em rua residencial em Caraguatatuba nesta terça-feira (30). (Foto: Carlos Pereira)

Bicho-preguiça 'brinca' em árvore onde foi encontrado em Caraguatatuba. (Foto: Carlos Pereira)

Fonte: G1

Navio pesqueiro é detido em Galápagos com 41 tubarões mortos

Animais são de três espécies diferentes e foram pescados ilegalmente.
Os 21 tripulantes estão em prisão preventiva até investigações começarem.

Ilhas Galápagos foram visitadas por Darwin, autor da teoria da seleção natural (Foto: Rede Globo)

O Parque Nacional Galápagos (PNG), encarregado de vigiar o ecossistema desse arquipélago equatoriano, informou na terça-feira (30) a detenção de um navio pesqueiro com 41 corpos de tubarão em sua reserva marinha.

O navio equatoriano North Queen foi localizado a cerca de 40 quilômetros da ilha Isabela, a maior do arquipélago, onde a embarcação havia entrado com a justificativa de "passagem inocente" pela área protegida, na qual é vetada a pesca de tubarões.

Em uma inspeção ao navio, foram encontrados os corpos de 41 tubarões de três espécies diferentes. Os 21 tripulantes do pesqueiro foram postos em prisão preventiva, até que se façam as investigações.

Em agosto, as autoridades equatorianas detiveram outro barco com 30 tubarões a bordo e prenderam 14 pessoas. Em julho de 2011, mais uma embarcação foi interceptada, com 357 animais a bordo, a maior carga confiscada no arquipélago nos últimos anos. Os 21 tripulantes foram detidos.

Galápagos fica a cerca de mil quilômetros a oeste do litoral continental do Equador e deve seu nome às tartarugas gigantes que vivem ali. É considerado um laboratório natural que permitiu ao cientista inglês Charles Darwin formular sua teoria sobre a seleção natural das espécies.

Em 1978, o arquipélago foi declarado Patrimônio Natural da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

Fonte: G1

Animais de zoológico ganham brinquedos no Dia das Bruxas

Ursos polares, condores e filhotes de jaguar 'celebraram' Halloween na Califórnia

Os animais do zoológico de San Diego, no Estado americano da Califórnia, ganharam brinquedos e presentes especiais no Dia das Bruxas, o Halloween, tradicional celebração em países de língua inglesa.

Os presentes foram dados na terça-feira (30), um dia antes do Halloween. Os filhotes de jaguar ganharam "picolés de sangue", feitos a base de carne crua. Os condores acharam carne de rato escondida em caveiras. Já os ursos polares preferiram jogar todos os brinquedos na piscina.

Ursos polares brincam com boneco de Frankenstein e abóbora nesta terça-feira, véspera da comemoração do Halloween (Foto: Reprodução/BBC)

Alguns filhotes ganharam "picolés de sangue", feitos a base de carne crua (Foto: Reprodução/BBC)

Fonte: G1

Mosca 'assassina' deposita larva para decapitar formigas 'invasoras'

Cientistas tentam conter espécie argentina que se alastra pelos Estados Unidos

É uma história digna de um filme de Halloween. Uma praga de formigas alienígenas se alastra por um país, atacando tanto seres humanos quanto a vida selvagem, deixando um rastro de mortes.

As moscas caçam as formigas e injetam um ovo em seu corpo. O ovo se transforma em uma larva, que então migra para a cabeça dos insetos. Essas larvas liberam uma substância química capaz de dissolver membranas, acabando por fim na decapitação das formigas.

A lógica é que a larva literalmente "devora" o interior das formigas, eventualmente usando a "casca" da cabeça do inseto como sua casa e ao final do processo torna-se uma nova mosca, pronta para repetir o ciclo.

O fato é que a situação descrita não é um roteiro de ficção científica, mas sim um relato dos esforços mais recentes de cientistas para tentar conter a invasão de uma espécie de formiga que foi trazida para os Estados Unidos e onde se espalha de forma alarmante.

Elas podem causar situações caóticas, prejudicando a agricultura e a vida doméstica, e em alguns casos até causando a morte de algumas pessoas. A espécie Solenopsis Invicta foi trazida acidentalmente da província de Formosa, na Argentina, para os EUA nos anos 1930.

Com cerca de 2 a 6 milímetros de comprimento, estes insetos são pequenos mas muito agressivos e ocorrem em alta densidade. São formigas que se reproduzem e se espalham de forma muito rápida, e se perturbadas, podem se realocar rapidamente para garantir a sobrevivência da colônia.

Elas usam as picadas para matar sapos, lesmas e até pequenos mamíferos e podem invadir piscinas, casas, instituições como escolas e hospitais e chegam a ser letais ao ser humano em alguns casos de choque anafilático em reações alérgicas ao veneno.

Elas colonizaram áreas agrícolas, desertos e habitats em regiões litorâneas assim como cidades, tornando-se um problema de grande escala, espalhando-se pelo sul do país. Elas também já espalharam por países como a China e a Nova Zelândia.

Formigas que se alastram pelo sul dos Estados Unidos são alvo de estudo científico no país
(Foto: WikiCommons/BBC)

AS ASSASSINAS

Embora a espécie de formiga seja combatida naturalmente por mais de dez predadores naturais, como vespas, alguns tipos de vírus e vermes nematóides, eles não ocorrem nos EUA e os cientistas passaram a buscar outra solução, já que o problema vem custando bilhões de dólares ao país todos os anos.

A ausência de predadores naturais faz com que a população destas formigas chegue a ser dez vezes maior do que em seu lugar de origem, na Argentina. As moscas "assassinas", que estão entre a lista desses predadores no país latino-americano, tornaram-se alvo de um estudo que avalia como introduzi-las nos EUA.

Seis espécies já foram analisadas e duas agora já estão sendo espalhadas, diz Sanford Porter, do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA, na sigla em inglês, que trabalha na cidade de Gainesville, na Flórida, e tem atuado com controle biológico de formigas há 15 anos.

O Estado tem sido um dos palcos de batalha entre as moscas e as formigas, e as equips avaliam como a relação entre as duas espécies tem se desenvolvido. Porter trabalha ao lado de seu colega Luis Calcaterra, da Fundação para o Estudo de Espécies Invasivas e o USDA em Buenos Aires.

Resultados preliminaries publicados no periódico especializado Biological Control mostram que as experiências têm sido um sucesso. Mas as "moscas assassinas são apenas parte de um esforço maior de controle biológico, que inclui ainda patogenes e outros parasitas", diz Porter. Calcaterra diz que no momento avalia outros agentes de controle argentinos que possam ser introduzidos nos EUA.

Fonte: G1

Pesquisador do Butantan descobre 9 espécies de aranhas caranguejeiras

Novas espécies habitam árvores em diferentes regiões do Brasil.
Descobertas foram publicadas na revista 'ZooKeys'.

Um pesquisador do Instituto Butantan, sediado em São Paulo, descobriu nove espécies novas de aranhas caranguejeiras brasileiras, naturais de vegetações de Mata Atlântica, Cerrado e Caatinga. O estudo com a descrição dos animais foi publicado na última semana no periódico "ZooKeys".

As espécies, pertencentes a três gêneros distintos, são Typhochlaena amma, Typhochlaena costae, Typhochlaena curumim, Typhochlaena paschoali, Pachistopelma bromelicola, Iridopelma katiae, Iridopelma marcoi, Iridopelma oliveirai e Iridopelma vanini.

Uma fêmea da caranguejeira 'Typhochlaena costae' (Foto: Reprodução/'ZooKeys')

As caranguejeiras são encontradas em áreas do Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste brasileiros, segundo o aracnólogo Rogério Bertani, pesquisador do Butantan e responsável pelo achado. Ele ressalta que os animais têm hábitos arborícolas, isto é, vivem em árvores e plantas.

Algumas espécies são bem pequenas. "Dá para dizer que são as menores [caranguejeiras] arborícolas do mundo", disse Bertani. Um dos três gêneros tem características antigas, o que torna algumas das aranhas "quase relíquias", na visão do cientista. "São remanescentes. É como algo que sobreviveu ao tempo."

Duas das novas espécies vivem dentro de bromélias, comportamento raro em aracnídeos deste tipo, informa o pesquisador. Como as espécies são coloridas e chamativas, ele teme pelo impacto do tráfico de animais.

Apesar de não haver pesquisas que mostrem que as espécies estão ameaçadas, algumas delas são raras e podem correr risco de desaparecer, segundo o cientista. Ele aponta fatores que reforçam o risco, como a dependência de vegetação, já que as aranhas são arborícolas; a destruição dos habitats naturais, que sofrem há anos com o desmatamento; e o fato de os animais viverem em áreas específicas, com distribuição limitada pelo território brasileiro.

Para Bertani, a descoberta das novas espécies é importante para mostrar que existe uma grande fauna na Mata Atlântica e no Cerrado, que precisa ser melhor estudada por ser pouco conhecida.

As caranguejeiras brasileiras possuem veneno, em geral, mas não são consideradas peçonhentas porque o efeito é fraco para as pessoas. A aranha usa a substância para capturar insetos e outros pequenos animais usados em sua alimentação.

Aranha 'Typhochlena curumim', encontrada na Paraíba, segundo o estudo (Foto: Reprodução/'ZooKeys')

Uma fêmea da aranha caranguejeira 'Typhochlaena amma' (Foto: Reprodução/'ZooKeys')

Fonte: G1

Feliz Dia das Bruxas!!!

Ola pessoal, selecionei umas fotos pra comemorar este dia...

















Todos muito lindos né?!?!

; *

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Aumentam atendimentos no Hospital Veterinário de Uberaba, MG, em 2012

Neste ano, hospital teve 293 atendimentos até o mês de setembro.
Veterinário conta que traumas estão entre os casos mais registrados.

Lobo guará sendo atendido no Hospital Veterinário de Uberaba (Foto: Cláudio Yudi)

O número de animais atendidos no Hospital Veterinário de Uberaba, no Triângulo Mineiro, aumentou. De acordo com o veterinário Cláudio Yudi, o total de atendimentos, entre consultas particulares e animais entregues pela Polícia Ambiental, somaram 327 em 2011, uma média de 27 por mês. Já em 2012, foram 293 atendimentos até setembro, o que representa uma média de 32 casos por mês. E entre as causas que mais levam os animais para o hospital estão os traumas provocados por acidentes nas estradas.

"Com o aumento do tráfego de veículos nas estradas, a abertura de estradas em reservas ambientais e o avanço na agropecuária aumentam o número de casos de animais machucados. Ninguém está preservando o meio ambiente e os animais ficam mais acuados, acabam indo para a cidade. É preocupante e um alerta", destacou Yudi.

O veterinário ressaltou ainda que é preciso de placas de alerta nas rodovias avisando que existem animais silvestres na região, além de um centro de triagem para onde os animais acidentados possam ser levados e de uma área de reabilitação. "Não existe nenhuma área adequada para os animais silvestres. Não foi feito nenhum investimento na parte ambiental. Falta infraestrutura na nossa região inteira", disse Cláudio.

Casos de filhotes abandonados também são registrados no hospital (Foto: Cláudio Yudi)

O Hospital Veterinário de Uberaba é conhecido pelos tratamentos com implantes em animais. O veterinário contou que entre as causas mais comuns de atendimentos estão os traumas, responsáveis por 80% dos casos; erro de manejo dos animais, ocupando 15% dos atendimentos; já os casos de filhotes abandonados e outros atendimentos tomam os 5% restantes.

"Quando há um trauma é geralmente por fratura, ataque de outros animais, choque elétrico ou acidente automobilístico. Erro de manejo corresponde à alimentação inadequada ou recinto inadequado. E os outros casos mais comuns são presença de corpos estranhos no estômago e intestino, corte de asa inadequado e parasitas como carrapato e sarna", completou.

Cláudio contou que como as maiorias dos casos de trauma são por atropelamento é importante seguir algumas dicas para evitar acidentes:

- Assim que ver o animal na pista diminuir a velocidade
- Andar com luz baixa, tendo animal ou não, porque a luz funciona como um alerta para ele
- Caso tenha um acidente, sempre informar a Polícia Rodoviária e a Polícia Ambiental
- O ideal é evitar buzinas porque assusta os animais ainda mais

Yudi comentou ainda que em cada dez animais silvestres atendidos no hospital, sete são aves, dois são mamíferos e um é réptil. As aves mais atendidas são papagaio, periquito maracanã, periquito rei, calopsita (exótica), coruja suindara, coruja buraqueira, gavião carcará, urubu, seriema e tucanos. "Há muitos casos de seriemas atropeladas e apenas 5% delas sobrevivem", destacou.

Já os mamíferos mais atendidos estão: mico, macaco bugio, tamanduá-mirim, tamanduá-bandeira, gambá, cachorro do mato, raposa do campo, veado e lobo guará. E entre os répteis estão tartaruga terrestre (jabuti) e tartaruga de água doce (tigre d’água).

ANIMAIS DOMÉSTICOS

Cláudio Yudi disse também que muitos animais domésticos como cães e gatos são atendidos. "A grande maioria são de atendimentos particulares e a demanda de cães é maior do que a de gatos. Hoje, em Uberaba, existem cerca de 60 mil cães e cinco mil gatos. Nós atendemos mais cães porque existem muito mais, mas a tendência é aumentar cada vez mais o número de gatos porque é um animal fácil de cuidar", disse.

Entre os casos mais comuns estão fraturas, doenças infecciosas, traumas, problemas em partos e doenças oncológicas. "Existem muitos casos de cadelas que não conseguem parir e vão para a emergência fazer cesariana. Os cães estão vivendo mais tempo, por causa da melhor alimentação e dos cuidados veterinários, com isso eles começam a ter doença como as pessoas e aumentam os casos de câncer", finalizou Cláudio.

Fonte: G1

Zebra é atacada por crocodilo durante migração anual no Quênia

Animal adulto conseguiu escapar, mas logo foi morto por outros três répteis.
Rebanho com cem mamíferos cruzava o Rio Mara quando foi perseguido.

Uma zebra adulta foi flagrada no Quênia, leste da África, sendo atacada por um crocodilo faminto enquanto cruzava o Rio Mara, durante a migração anual desses mamíferos e de gnus.

Seguindo as chuvas, os animais vieram de uma região chamada Serengeti, que vai do sudoeste do Quênia até o norte da Tanzânia.

A foto abaixo foi feita pela alemã Gabriela Staebler, vencedora de vários prêmios de vida selvagem. O réptil conseguiu quebrar a mandíbula da zebra, que acabou escapando. Em seguida, porém, outros três crocodilos grandes se aproximaram da presa e a puxaram para baixo d’água, afogando e dilacerando o bicho.

Crocodilo quebra mandíbula de zebra no Rio Mara, no Quênia, leste da África
(Foto: Gabriela Staebler/Caters)

Após alguns minutos, uma dúzia de crocodilos já se alimentava da carcaça da zebra. Em meia hora, sobrou apenas a pele do animal.

Outras imagens clicadas pela fotógrafa alemã mostram o rebanho com centenas desses mamíferos tentando atravessar as águas e escapar das garras vorazes dos predadores.

Segundo Gabriela, os enormes crocodilos estavam esperando as zebras cruzarem o rio, que não é muito profundo. Quando os mamíferos entraram na água com desconfiança, os répteis logo se aproximaram.

Fonte: G1

Estudo aponta semelhanças entre o cérebro de tubarões e o humano


Conhecimento pode gerar novos métodos para repelir o animal.
Pesquisa foi feita na Austrália, onde ataques de tubarões são um problema.

Um estudo australiano mostrou que o cérebro dos tubarões apresenta semelhanças com o dos seres humanos. Com este conhecimento, os cientistas acreditam que seja possível conceber novos métodos para repeli-los e, assim, proteger os banhistas.

Tubarão branco na costa da Austrália (Foto: Reinhard Dirscherl / Bilderberg / AFP / Arquivo)

Os tubarões brancos, que podem chegar a medir seis metros, são responsáveis pela maioria dos ataques mortais na Austrália. Cinco pessoas morreram em ataques de tubarões na Costa Oeste australiana nos últimos 12 meses.

Atualmente, os repelentes mais utilizados são ondas eletromagnéticas que se dirigem aos captores sensoriais que existem no focinho do tubarão. De um modo geral, a técnica é eficaz, mas não funciona em todas as situações.

De acordo com a equipe de Kara Yopak, pesquisadora da Universidade da Austrália Ocidental, o cérebro dos tubarões é mais complexo do que se pensava.

A semelhança com o cérebro humano indica também que o peixe tem boa percepção visual, e que esse tipo de estratégia deveria ser incluído na proteção aos banhistas.

"Os grandes tubarões brancos possuem um cérebro que, em grande parte, está associado à percepção visual, o que significa que eles seriam muito mais suscetíveis aos meios repelentes visuais que outras espécies", explicou Yopak.

Os resultados do estudo foram publicados em uma edição especial da revista científica “Brain, Behaviour and Evolution”.

Fonte: G1